
O pessoal quando se quer meter com os marujos, normalmente pergunta-lhes meio depreciativamente se eles também pertencem à "Marinha de Pau".
Quer isto dizer simplesmente, que estamos a perguntar-lhes se são daquela marinha que nunca viu submarino, corveta, mareta, fuzeta, por aí fora...- aqueles que como diz o senhor Almirante nunca "andaram embarcados".
O texto que abaixo vos deixo "ci dessous" assusta-me um bocado e urge que avisemos o "comodoro" para que ele tome as necessárias e devidas providências.
“A Armada vai criar "uma força projectável", capaz de "dar resposta militar e não militar às ameaças de natureza assimétrica que caracterizam" o ambiente de segurança marítima", revelou ontem o chefe de Estado-Maior do ramo (CEMA).
"Esta nova Unidade de Acção Litoral (...) poderá complementar as capacidades existentes no âmbito da segurança interna, caso seja solicitado o recurso a meios militares", explicou o almirante Melo Gomes, perante uma assistência onde estava o secretário-geral da Segurança Interna, Mário Mendes.
A iniciativa da Armada surge numa fase em que se discute o papel dos militares em questões de segurança interna e quando ainda estão frescas as tensões entre o ramo e a GNR por causa da forma como esta força de segurança exerce as suas competências nas águas litorais.
O CEMA, que discursava na cerimónia de abertura do ano operacional da Armada, considerou necessário "acautelar as regras de transição" do novo sistema retributivo dos militares, para que inclusão na tabela única da Função Pública "não venha a defraudar adicionalmente as legítimas expectativas dos militares" - pois, embora haja "uma evolução" com o novo regime, ele "não traduz a justa aproximação das remunerações" castrenses com as das "profissões de referência". Melo Gomes, reafirmando o lamento pelo desaproveitamento dos fuzileiros, defendeu que o novo sistema de incentivos "reconheça a especificidade do pessoal embarcado e daquele que actua na primeira linha de exigência operacional".
"Esta nova Unidade de Acção Litoral (...) poderá complementar as capacidades existentes no âmbito da segurança interna, caso seja solicitado o recurso a meios militares", explicou o almirante Melo Gomes, perante uma assistência onde estava o secretário-geral da Segurança Interna, Mário Mendes.
A iniciativa da Armada surge numa fase em que se discute o papel dos militares em questões de segurança interna e quando ainda estão frescas as tensões entre o ramo e a GNR por causa da forma como esta força de segurança exerce as suas competências nas águas litorais.
O CEMA, que discursava na cerimónia de abertura do ano operacional da Armada, considerou necessário "acautelar as regras de transição" do novo sistema retributivo dos militares, para que inclusão na tabela única da Função Pública "não venha a defraudar adicionalmente as legítimas expectativas dos militares" - pois, embora haja "uma evolução" com o novo regime, ele "não traduz a justa aproximação das remunerações" castrenses com as das "profissões de referência". Melo Gomes, reafirmando o lamento pelo desaproveitamento dos fuzileiros, defendeu que o novo sistema de incentivos "reconheça a especificidade do pessoal embarcado e daquele que actua na primeira linha de exigência operacional".


5 comentários:
Lá está!!! A tropilha de neurónio esfarrapado, como é óbvio, aproveita esta organização, Cof... cof.. na "Guita" para lançar a sua farpazita com a intenção de justificar a sua existência. Mas o neurónio tem esperteza nos cabeça. Já pede pilim antes da sua criação.
Afinal onde anda o director desportivo da "Guita" para não contratar estas cabecinhas?
Agora é que o patrulheiro está "foxtrot". Confiscam-nos mais umas massas para pagar àquela gentinha toda!!!
Quem quer que seja tem uma tendência natural para estar perto dos holofotes, ou seja daquilo que dá abertura de telejornal.
Eu passo a explicar melhor, dá mais protagonismo uma abordagem efectuada a um barco de clandestinos feita junto à costa, ou a uma lancha rápida carregada de droga ou de armas junto à costa e por consequência perto de uma qualquer câmara de televisão, evitando os enjoos desses heróis do microfone, do que andar mais afastado a proteger as nossas águas dos arrastões delapidadores e de outra tropa similar que pulula por esses locais, porque isso não é notícia e para que o seja é necessário grande esforço.
Mas há outros campos, onde, através de acordos internacionais, a nossa Marinha poderia perfeitamente ser utilizada. Por exemplo, a proteger as águas de alguns dos PALOP, os quais, na sua maioria não têm uma marinha ou uma guarda costeira digna desse nome e por isso vêem as suas águas constantemente devassadas, contribuindo desta forma para credibilizar Portugal no panorama internacional, e não me venham com a linguagem bacoca do neo colonialismo, basta imitar o que fazem os franceses nos locais por passaram na época colonial.
A criação de mais esta Unidade faz-me lembrar a polémica entre o GIPS/GNR e os “Canarinhos”. Mas, voltando ao mar, tudo isto era de adivinhar basta olhar para o treino SWAT que a Polícia Marítima foi recebendo e as constantes notícias que têm surgido em torno de acções desenvolvidas por esta força militarizada que já há muito devia estar integrada na GNR.
Agora com a instalação do SIVIC devem querer vir colher os frutos de todo o trabalho que foi desenvolvido, comportamento típico de muita gente que pulula por este país.
Deixem trabalhar quem sabe e façam aquilo que deve ser feito, e não se andem constantemente a imiscuir onde não devem, apenas em busca de algum protagonismo.
“Simplesmente Manel”
Pois é Jacaré !!!
Estamos preocupados?
Quem? Alguns militares da Guarda...que não devem chegar á dúzia!
A Marinha não vai desarmar, e não vejo a "Tropa" que ocupa o corredor dos vermelhos com interesse pessoal e corporativo, e menos ainda com visão para parar este movimento...
A Guarda aceitou a UCC numa altura em que aceitava tudo para se engrandecer e tinha o céu como limite, de onde brilhavam muitas estrelas...que ofuscaram o espírito!
Mas esse projecto foi amputado pelo "brilhante" trabalho da "brigada de bons costumes" que recuperou a mística da "camisa verde" e gravata preta e da be ndita polaina!!!
Hoje a Guarda parece um "fidalgo arruinado" e mal trajado a que todos os cães ladram quando passa na rua...
Caro Manel
Inteiramente de acordo
Esta tropa não sabe o que diz.
Agora querem unidade de controlo do litoral? Para quê? Para dar mais uns lugarzitos aos srs Comandantes?
Factos:
- Não há polícia marítima em nenhum EM da UE.
- As capitanias dos Portos na UE não são coutadas da Marinha de Guerra.
- As marinhas de Guerra na UE são isso mesmo, para funções policiais há polícias dependentes dos Ministérios do Interior.
- Nos EUA existem apenas 40 capitanias (Comandadas por Oficiais da Coast Guard - do Ministério do Interior - Homeland Security). Em Portugal existem perto de 30!!!! ( cerca de 50 lugares de Comandantes da nossa Marinha de Guerra)..
- Os fuzileiros fazem patrulhas na nossa costa à procura de contrabando, só quero ver o que vai acontecer quando ests militares mandarem parar uma viatura e o cidadão naõ parar, por não lhes reconhecer autoridade.
- Fala-se nos corredores que Portugal vai vender os submarinos ( que ainda não recebemos).
Oh, senhor Almirante, com o devido respeito, já devia estar em casa e dar lugar a outros, que a sua recondução caiu muito mal por aí.
Disse
AI O "SIVIC, O SIVIC"!- que é alvo de tantas invejas... razão tem o Almaida Santos, que diz que nunca deveriamos ter tido nada melhor que a "Mareta".
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