quinta-feira, 30 de setembro de 2010

OS VERDADEIROS DEMOCRATAS


Hoje, e porque parece que definitivamente o subsídio de Natal foi para o tecto, embora a prestações, quero falar-vos aqui dos verdadeiros democratas.
Estes, são aqueles que primeiro pensam em si, seguidamente ainda em si, depois na família, mais tarde nos amigos, depois nos amigos da família, e finalmente no povo. O que é quase nunca!
Ou ainda melhor! Quando pensam no povo é para fazer a caca que nos foi apresentada ontem!
Não posso deixar de escrever aqui umas linhas relativas ao pai dos verdadeiros democratas de hoje, também ele, desde há muito, um verdadeiro democrata. E um grande amigo da Guarda!
Refiro-me ao doutor Mário Soares, que foi um dos primeiros democratas, talvez a pedido do Governo, e através da comunicação social, a preparar psicologicamente a populaça para os assaltos aos salários e demais desvarios que aí vêm.
A vida particular do doutor nunca foi muito esmiuçada pela comunicação social e, sinceramente, nunca percebi porquê! Talvez por ele ser maçon e a D. Maria uma grande beata. Assim, nem a maçonaria nem a opus dei atacam a família. Já é bom! Depois sendo amigo do Balsemão, do Berardo e do gajo da Olivedesportos está a coisa tratada.
Mas vejam bem o que se podia poupar com Sexa nestes momentos de crise:
Sexa foi advogado e empresário, dono de um colégio, logo como como tal, deve ter direito a uma reforma. E boa acho eu! Foi deputado: deve ter outra! De primeiro ministro, e já é a terceira e finalmente a quarta de Presidente da República!
Poderia, se está tão preocupado com o défice, nesta altura de crise receber só uma reforma. Até achava bem que fosse a mais elevada!
De acordo com a Lei que protege os ex-PR, o doutor é seguido para todo lado por um PSP já cota, que é do CSP. Além disso tem carro e condutor por conta do erário.
Reside num apartamento no Campo Grande com PSP à porta 24 horas por dia 365 dias por ano.
Tem uma quinta na Praia Grande, que até há pouco tempo tinha GNR à porta 24 horas por dia 365 dias por ano. Agora, ainda tem GNR à porta todo o ano mas menos horas. Acho que só seis ou sete por dia.
Além disto tem uma moradia de férias na Praia do Alemão. Quando Sexa está presente, metade da Esquadra da PSP de Portimão está por conta de Sexa.
O verdadeiro pai da democracia ainda tem uma fundação com o seu nome. Segundo se consta é uma fundação mas ao contrário. Normalmente uma fundação oferece qualquer coisa ao povo, esta não! O povo através do Estado é que investe umas massas valentes na fundação de Sexa. Não é que o povo queira, mas….
Vejam lá, se só aqui neste verdadeiro democrata não se poderiam poupar umas massas!
E o problema é que verdadeiros democratas destes são aos milhares. Dizem-me que são as elites e que as elites têm que ser bem pagas. Mas elites de quê pergunto eu?
Para colocar o país no estado em que ele está, chegava e bem o PALHAÇO TIRIRICA. E fazia mais barato!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

VOA VOA VENCIMENTO


"O Comandante Distrital de Viseu, Intendente Serafim Tavares, qual anjo guerreiro, e, por sinal, com algo, como se dizia antigamente, entre as pernas, encheu-se de brios e pôs o dedo na ferida: os Sindicatos além de serem muitos, atrapalham e nada acrescentam, em termos de mais-valia, à actividade policial, tendo como consequência directa, um deficit de protecção às populações que deveriam servir. Ou seja, os sindicatos, são umas associações onde uns tantos se banqueteiam com umas horas de folga a que os restantes elementos policiais não acedem. Mas a coragem não advém somente de ter dito o que disse. Disse-o em alta voz, publicamente, e na presença da mais alta hierarquia do MAI, que prontamente corroborou o que acabara de ouvir".



As singelas linhas acima transcritas, foram dadas à estampa (será que se diz também assim aqui nos blogues"? -, no dia 03 de Janeiro deste ano no blogue Políciadas, muito possivelmente alimentado por oficiais da PSP até Março, data em que se cansaram e deram por findas as escrituras depois de ali terem dado vários pontapés na GI, (Grande Instituição).


Sinceramente não sei o que mudou até hoje na PSP, além de dezenas de Subcomissários serem graduados em Subintendentes e Intendentes, alguns, em Superintendentes Chefes e por aí fora.


Faço esta pergunta porque nos dias da vigília, os senhores Oficiais de Polícia que fazem parte da direcção do Sindicato (e falo daqueles que foram formados superiormente em Artes Policiais ali para os lados do Calvário), e que dizem aos sete ventos serem contra todo o tipo de manifestações, foram até ao "chão sagrado", "cumprimentar", (dizem eles), os dirigentes dos sindicatos de guardas e chefes que ali davam o corpo ao manifesto. Dois dias depois o ministro promovia cem oficiais. Eu se fosse do sindicato dos guardas fazia era outra vigília para lutar para a despromoção de quem tanto os desconsiderou!


Com o anúncio de hoje do primeiro ministro que nos desgoverna, estou à espera das cenas dos próximos capítulos, embora os cinco milhões de euros que vão ser investidos para defender o Obama dos terroristas, também vão concerteza servir para "arriar a giga" à contestação social que aí vem!


De que lado vão estar os polícias da LEI 12-A, mais uma vez espoliados das magras vitórias conquistadas a passada semana? Do seu? Ou do poder?

Como é bom de ver quem dirige o quarto ramo não tem dúvidas e já escolheu.... a coisa promete!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

HÁ GUITO OU NÃO HÁ GUITO?


A semana passada cerca de cem agentes da PSP reuniram-se no chão sagrado do Terreiro do Paço para confraternizarem entre eles e matarem saudades porque alguns já não se viam há um ror de anos.
Sabe sempre bem revisitar os amigos e verificar que os inimigos estão mais velhos e mais feios.
A reunião foi uma encenação, e, os sindicalistas do costume, e alguns que só agora apareceram, ameaçaram o governo com flagelos, que nem o presidente do Irão tinha coragem de dirigir aos semitas.
Como o governo está todo borrado a coisa funcionou. Dois dias depois o senhor Francisco recebeu os sindicalistas, até o suspenso, e desbloqueou quase tudo o que havia para desbloquear.
Na nobre força que não é militar, nem civil, nem quarto ramo, ninguém tugiu nem mugiu.
O presidente, adjunto de comodoro, passou pelo chão sagrado, durante os telejornais para cumprimentar os amigos.
Parece que foi o único. Ninguém viu por lá o célebre “Major” (talvez tivesse em Madrid ajudar a contratar o Mourinho), e o moço de Évora só vem até Lisboa para a ressuscitação da Foca.
Entretanto o senhor que governa a rua Capelo foi obrigado a oferecer cinco milhões para a cimeira da NATO. Para isto já há guito!
Esperemos para ver onde vai parar a procissão.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

ISTO É MESMO O FIM DO MUNDO


O jovem agente que se encontrava sentado atrás de uma secretária tipo IKEA a manusear o seu belo portátil novo, num Departamento Policial topo de gama, ficou atónito com o que ouviu de um “camone” ainda quase imberbe:
- Quer presentar quexa de dois menes que me derem andau novo…
- O quê pá? Deram-te um andar novo e ainda queres apresentar queixa? Isso não é crime totó! Isso é sorte palerma! Luquie pá, luquie!
- Não, não ser andau de “flat” ser andau de “walk” -, retorquiu o camone dando dois ou três passos a coxear visivelmente incomodado.
- E como é que te fizeram isso pá? E podes falar “camone” que cá na terra do Zezé, a malta já anda é era da evolution…
Então o camone lá contou que tinha conhecido dois homens num bar para gente “sensitive”, beberam juntos umas Red Bull e, depois à saída contra sua vontade, sofreu duas valentes traseiradas, ficando pronto para ser betumado.
Isto, mais coisa menos coisa, terá acontecido este fim de semana num destino turístico português topo de gama.
O que me espanta ainda mais no meio disto tudo, é que as Autoridades Policiais encarregadas de investigar o caso, desconfiam que o “camone” apresentou a queixa porque tem um seguro que cobre “o sofrimento motivado por crimes sexuais”.
Já vi muitas queixas por gamanço de máquinas fotográficas, vídeos, portáteis, positivamente para enganar os seguros.
Agora esta de dar o traseiro ao manifesto e querer sacar algum ao seguro nunca tinha visto!
E ainda dizem que os portugueses são criativos!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

DIA DE CAÇA


O texto que abaixo se segue, que transcrevo sem autorização do seu autor (um distinto militar da GNR), que aproveito para saudar respeitosamente, tenta deitar por terra a célebre máxima "de pescadores, caçadores e outros mentirosos". E consegue, creio eu!

O texto é muito sensato, tal como o seu autor, e está extraordinariamente actual, já que este fim de semana, se a memória não me atraiçoa começa a época da chamada "caça de pêlo".

Amigo Zé Porteira de Almeida, permita só um reparo. Ontem na bela cidade de Setúbal, a "Confraria da Cerveja" entronizou uma quantidade de gente, entre eles o abstémio Rei sem trono, que de cerveja não percebem nada! E pelo que sei nem um único geninho foi entronizado! É injusto pois somos brilhantes e constantes consumidores! Veja lá se para o ano consegue que algum de nós seja distinguido. Se possível eu!

Um abraço e com a devida vénia aqui vai o ponderado texto:


"Etimologicamente, caçar constitui o acto de procurar ou perseguir animais, com o intuito de os matar ou apanhar vivos.

Inicialmente, tal actividade teve uma motivação meramente utilitária, com os nossos antepassados pré-históricos perseguindo, capturando e matando o estritamente necessário para garantirem a subsistência dos seus clãs ou tribos.

Nos dias de hoje, a caça, sem se desligar do seu papel muito importante na gastronomia de milhares de portugueses constitui, essencialmente, uma actividade lúdica.

Assim, e porque se está a iniciar novo ano cinegético, não podemos deixar de abordar alguns aspectos que consideramos importantes, por um lado, por um dever de consciência ao fazermos algo que consideramos útil e, por outro, para avivarmos a memória de milhares de praticantes desta actividade que, mesmo sabendo as regras que a regem e que devem, em permanência, ser observadas, por vezes as "esquecem".

Se atendermos a que toda a vivência social assenta em regras que foram consideradas como as necessárias à regulação das relações humanas, não se poderia perceber, nem tão pouco aceitar, que a caça não fosse regulada por normas que, porventura limitadoras da liberdade individual, mais não são que gestoras de um bem escasso, que urge preservar, não só para benefício dos (verdadeiros) caçadores, mas de todo um ecossistema que, a ser perturbado, poderia sofrer consequências catastróficas.

As alterações, algumas profundas, dos habitats das espécies cinegéticas, das doenças que as afectam e outras ofensivas contra elas dirigidas, desencadeiam-se mais rapidamente que a sua capacidade de adaptação a novos ambientes e das resistências às moléstias que as dizimam, pelo que urge a criação de condições favoráveis ao seu desenvolvimento sustentável, de que todos viremos a beneficiar.

Daqui, a justificação da necessidade do ordenamento do território, com atribuição de responsabilidades aos gestores dos espaços ordenados, sejam eles zonas de caça turística ou zonas de caça associativa, onde, através de normas estatutárias, se cumprem (não me passa pela cabeça outra coisa) as regras aprovadas para uma correcta actividade cinegética.

A fiscalização do exercício da caça compete à Guarda Nacional Republicana, que o fará, não só através do Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente, mas também de todo o dispositivo territorial, no caso presente, do Distrito de Setúbal.

A missão é vasta, pelo que, no empenhamento em tarefas de serviço, teremos que fazer uma gestão muito criteriosa dos meios humanos e materiais. Vamos estar particularmente atentos à caça furtiva, logo ilegal, à prática da caça em locais e períodos proibidos, às espécies abatidas e/ou transportadas quanto ao tipo e quantidades, à habilitação legal para caçar, quer o que diga respeito ao caçador, à arma aos cães, às condições de transporte das armas e ao consumo do álcool durante o acto venatório, sem esquecer toda a demais legislação aplicável e em vigor.

Assistimos, com muito pesar, a acidentes pessoais e com cães durante a prática da caça. A todos cabe acabar com este drama, não atirando para o interior do mato, sem ver a peça ou, vendo-a, não sabendo o que vem atrás; não atirando a tudo o que mexe, pois nem sempre é aquilo a que queremos ou podemos atirar. A camuflagem pode ser uma coisa boa para iludirmos a caça, mas também nos esconde dos demais caçadores que estão à nossa volta, pelo que é essencial e necessário que, em permanência, todos os caçadores do mesmo grupo, saibam da localização uns dos outros.

O drama dos cães abandonados não tarda em ficar bem patente nas estradas portuguesas. Contudo, sei bem que nem todos os cães que vagueiam sozinhos pelo campo ou que morrem atropelados nas estradas, causando por vezes acidentes muito graves, são abandonados pelos donos. Grande parte deles foge ao ouvir o primeiro tiro, nada fazendo com que voltem para os donos. Mas, nestas situações, o dono também não está isento de culpas, porque não treinou devidamente o seu cão. Como? Provocando sons idênticos aos tiros, em casa, com o cão controlado. Li numa revista da especialidade, que o simples facto de se deixar cair, junto a um cão, a tampa de uma panela no chão, repetidas vezes, pode ser um bom treino. Mais? Puxem pela imaginação, desde que tal não implique quaisquer tipos de maus tratos.

E, por favor, deixem de afinar a pontaria das vossas armas utilizando como alvos os sinais de trânsito. Quando ouço, a acompanhar comentários muito desagradáveis, que aquilo é obra de caçadores, sinto-me ofendido, como caçador que sou e, como eu, milhares que nunca praticamos tal acto de vandalismo gratuito, que destrói um bem público pago por todos nós, não posso deixar de sentir na pele o efeito da generalização humilhante que o termo "caçadores" implica, nesse contexto justificadamente crítico. Como em tudo na vida, há os verdadeiros e os que se intitulam como tal. Seria bom que não se tomasse a parte pelo todo.

Para finalizar, solicito a todos quantos entendem a caça na sua verdadeira essência e a praticam em conformidade com a legislação vigente, que denunciem todos os actos ilegais previstos na lei, pois só assim conseguiremos erradicar esse enorme flagelo.

Boas caçadas legais."


Texto da autoria de José Porteira de Almeida, Militar da GNR, e publicado em http://www.setubalnarede.pt/

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O PAÍS DOS NABOS


A maior parte das vezes, ou quase sempre, neste Mundo esquisito onde vivemos são os "Nabos" os que melhor se safam!

Quero aqui hoje entregar os meus troféus aos melhores nabos dos últimos dias.

O primeiro prémio, grau "ouro de pechisbeque", vai para o verdadeiro Nabo; o Murteira. Depois de ter sido considerado um fora-da-lei e de, por esse motivo, ter sido corrido de ministro foi de castigo fazer não sei o quê para a PT ou para a GALP, já nem sei bem, a mamar largos milhares de euros por mês.

Agora, não sei quê dos Economistas, ainda gostava de saber para que servem estes senhores, vem debitar que para salvar o país do FMI, o Governo devia roubar o 13.º aos funcionários públicos. A próxima medida deve ser mandar este pessoal para Treblinka ou Aushwitz!
Porque não recebe o Nabo Murteira apenas dois ou três salários mínimos e não entrega ao Estado para ajudar a melhorar o défice, as quatro ou cinco milionárias pensões que deve receber? Ele há cada canastrão! Vai mas é trabalhar Nabo!

O segundo prémio, grau "prata contrafeita made in China" vai para o Governador Galamba. Este foi o senhor que pediu aos polícias para não utilizarem instrumentos invasivos no chão sagrado do Terreiro do Paço. Devia estar a ler o Corrreio da Manhã lá na página do homicídio do Ó, enquanto redigia o despacho, e ficou atarantado com tanta invasão: burros, galinhas, cabras, tudo marchou! O homem parecia o Napoleão!

Tenha calma que o povo é sereno! Governador, é um cargo que poderia ser perfeitamente extinto. Ala com os dezoito marmanjos, mais adjuntos e assesores! Ficava o défice quase resolvido.

Patéticas cerimónias de distribuição de capacetes e gás pimenta aos polícias é o principal afazer de Sexas. Qualquer paquete saído das Novas Oportunidades fazia igual. E muito mais barato!

O terceiro prémio grau "bronze da idade da pedra lascada", vai para o Marinheiro, Presidente do Sindicato. Agora que o pessoal da PSP, pela segunda vez diga-se, a primeira vez foi há vinte anos com os molhados, parece que anda com vontade de agitar as águas, anda a titubear sem saber o que dizer aos seus quase dez mil apaniguados. Será que está à espera de uma sinal de alguém? Meu, esse pessoal agora anda ocupado a eleger Presidente o camarada Xico Metalúrgico.

Quando vires o décimo terceiro e a promoção a ajudante de comodoro irem para o tecto queixa-te! Isto de andar a beber muito chá com ministros e secretários de estado tolda as idéias às pessoas! Até às mais sensatas!
Já agora, quero tirar aqui o meu decalitro ao puto que anda no youtube a dar uma baile do caraças à escritora Alçada. Puto vais longe! Manda mas é a escola às malvas e vai-te a um casting aos Morangos com Açucar! Ou aos Gatos Fedorento!

terça-feira, 7 de setembro de 2010

VESPA & MAD ASSOCIADOS


Sinceramente, tenho andado com muito pouca vontade de escrever no meu blogue. Ou mesmo nenhuma! A Guarda deprime-me, o país angustia-me, o Glorioso ensandece-me. Tenho andado mesmo com vontade emigrar...

Mas, eis que a firma VESPA & MAD Associados, num golpe de asa fez o favor de me levantar o astral, ao desancar de uma penada em dois brilhantes oficiais generais da nossa praça. E vocês sabem como eu gosto de ver os nossos generais enervados...

No Diário de Notícias de hoje (gostei da foto da capa! Porque estaria o nosso general com a sua mão esquerda naquele sítio?), é relatado que o nosso general geógrafo tem um condutor da GNR.

Pago pela GNR! Só faltava quererem que o nosso Pedro Nunes pagasse o xófer!!!! Um homem serve a Pátria e ainda tem de andar de passe social? Nem o Passos Coelho caraças!

Os sindicalistas do costume, chamados a comentar a matéria logo trataram todos de mandar o desgraçado do condutor Alves fazer patrulhas para o Posto de Gerês. Parece que faz falta por lá!

O que admira é que nenhum se chateava se o senhor Director Geral tivesse por lá a mostrar-lhe o Google Map, dois ou três Majores ou quatro ou cinco Capitães. Mas como é um desgraçado de um Cabo! Deixem lá o homem ganhar mais meia dúzia de tostões...

Ainda não vi estes três mosqueteiros, que como na estória são quatro (quem será o Phortos?), dizer porque não se acabam de vez com sapateiros, alfaiates, cozinheiros, copeiros, baristas, pedreiros e se transforma esta gente toda em polícias? Já era tempo!

Tenho duas curiosidades. Quem terá feito chegar o célebre Despacho de nomeação à V?

E dos três qual será o primeiro a ir ao Carmo ouvir as explicações exigidas ao general Nelson?

O melhor é mandarem lá a V!!!!