terça-feira, 27 de maio de 2008

CALIMERO E DR. HOUSE


Hoje, sopraram-me ao ouvido, que no p. p. dia 3 de Maio, alguém com o "petit nom" de PS, escreveu uma terna missiva de cinco páginas ao senhor doutor Pinto Monteiro.

Nessa epístola parecem ter sido feitos alguns ajustes de contas velhos de três anos. E alguns com mais de dez! Engraçada a data aproveitada para saborear a vingança!

No documento denunciam-se cumplicidades, a par de alguns (muitos) episódios de faca e alguidar, onde um célebre vovô fica com as orelhas a arder. E logo ele que passa a vida a ajudar toda a gente! E acho que deixa de ter condições! Por muito menos caíram ministros. Um foi só por contar uma anedota! E quem era o patrão dele na altura quem era?

Segundo me constou, o escrito já parece ser do conhecimento público pelo que se esperam ansiosamente as cenas dos próximos capítulos, nomeadamente a nomeação de uma equipa especial de magistrados e polícias para desvendar os tenebrosos mistérios relatados.

Até já!!!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

O MEU HERÓI


Mário Lino lançou hoje a obra de reconstrução do molhe-cais do porto da Ericeira e anunciou o lançamento do concurso para a criação de uma nova praia e de melhores condições para a náutica de recreio.
A reabilitação do molhe-cais do porto da Ericeira vai custar 10 milhões de euros, financiados pelo Instituto Portuários e dos Transportes Marítimos e deverá estar concluída em Fevereiro de 2010.
"Além da importante melhoria das condições de segurança e operacionalidade do porto (...) este investimento irá permitir a manutenção e fomento das actividades piscatórias e de recreio náutico, invertendo a actual tendência de decréscimo da actividade", afirmou o ministro das Obras Públicas, Mário Lino.
O ministro e a secretária de Estado dos Transportes presidiram hoje à assinatura do contrato e do auto de consignação para a requalificação do molhe-cais do Porto da Ericeira, entre o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos e o consórcio Irmãos Cavaco e OFM - Obras Públicas, Ferroviárias e Marítimas.
A obra do molhe tinha vindo a ser reclamada pela comunidade piscatória local já que a falta de condições de segurança põe em risco tanto os pescadores como as embarcações.
O mar galga o paredão até à zona do cais, soltando pedras para este local, o que dificulta as operações dos barcos.
"O porto não tem condições nenhumas nem para a ida nem para a chegada (das embarcações) e por aquilo que vemos (no projecto) parece que as obras vão dar mais segurança para podermos ir mais vezes ao mar", afirmou João Santos, um dos pescadores da Ericeira.
Os pescadores ouvidos pela Lusa e que hoje se associaram ao anúncio da obra afirmaram ainda que esperam que desta vez "a obra fique mesmo bem feita para que a força do mar não volte a quebrar o molhe".
Os pescadores Ericeira (80 segundo a autarquia), que têm os barcos em Cascais e em Peniche por não poderem embarcar a partir do porto da vila, regressaram hoje ao cais para assistir ao lançamento da obra.
Para uma segunda fase, o ministro das Obras Públicas anunciou que já foi lançado o concurso para a elaboração do projecto para o aumento do abrigo na bacia portuária, com a criação de um novo quebra-mar sul.
O projecto prevê o desenvolvimento da náutica de recreio com condições de acostagem e estacionamento de 200 embarcações (100 em flutuação e 100 a seco).
A criação de uma nova praia maior do que a actual Praia dos Pescadores com melhores condições é outro objectivo do projecto.
"A actividade piscatória diminuiu muito mas temos novas actividades ligadas ao turismo, à náutica de recreio e à parte balnear", explicou o ministro Mário Lino.
"Isto é um projecto integrado, não só vamos fazer praticamente um novo molhe como vamos tratar toda esta parte para os barcos de recreio pararem na terra e no mar (200 postos para barcos de recreio) como vamos ter uma nova praia fora da zona portuária com melhores condições ambientais e de saúde pública", sustentou.
"Daqui a três anos está tudo pronto", sintetizou o ministro.
O investimento previsto para a segunda fase é de 8,5 milhões de euros, também financiados pelo Instituto Portuário e dos Transportes marítimos.
ZO
Lusa/Fim

sexta-feira, 16 de maio de 2008

A VIDA CUSTA COSTAS


Não sei bem porquê mas sempre nutri muita admiração pelo brasão dos Costa. Talvez por ver muitas vezes na SIC aquela imitação de polícia a dizer "a vida custa Costa!", ou por outra coisa qualquer de que agora não me lembro. Fetiches!

Mas os Costa que admiro mais são o Jorge Nuno do Porto e o Mário da Amadora.

O primeiro, porque é um pândego e o maior comediante vivo, deste país de gente deprimida e calvinista, como bem advoga o nosso pseudo ingenheiro. O segundo porque representa aquilo que eu sempre quis ser: um verdadeiro detective, um mestre, sem chefes, sem obedecer a regulamentos, bem preparado intelectualmente e repleto de meios técnicos sofisticados para cumprir a Missão. Ainda tentei estagiar por ali, mas nem com um pedido do Camané Cunhas consegui entrar, por isso fiquei um funcionário de terceira ou quarta classe, sem categoria nem arrojo. Felizmente que a ginja e o medronho lá me vão aguentando.

Mas estes meus amigos lá caíram em desgraça à pala daquilo que mais apaparicaram: gajas!

Eles que fizeram tudo por elas! Carros, casas, viagens, joias, tudo! E o que receberam em troca o que foi? A traição, punhaladas nas costas, o odioso da arruaça e o nome manchado na praça pública.

O Costa lá de cima a ser julgado por uma merdice que toda a gente faz no futebol e, o Costa cá de baixo a ver aquele moço da polícia que tem mais ferros na boca do que eu tenho em toda a coluna, a invadir-lhe o escritório do 4.º andar à Reboleira e a levar-lhe directamente para as televisões, o material importado directamente da Mossad via loja do Xi Ki Pim!

E tudo por causa de duas malucas que se lembraram de pôr a boca no trombone depois de noites e noites a porem a boca onde só Deus sabe: Coitados dos Costas!

Agora alguém me consegue tirar uma dúvida? Se o Boavista vai descer de divisão este ano por merdas feitas pelos Loureiros há cinco anos, e se o Fê Kê Pê vai perder seis pontos este ano por merdas semelhantes, porque é que o grandioso campeão nacional não pode ser impedido de participar numa coisa séria como a Liga dos Campeões? Os homens nem sequer recorreram! O Costa sim recorreu, pois ele é um homem honesto e impoluto! E há que limpar a honra. Até aparecer a próxima Carol.

Será verdade, que por contrato pré nupcial, a sua legítima comprou uma máquina chamada espessómetro, onde o senhor quando chega a casa cansado dos treinos, tem de meter as peles a que chama membro, para aquilo o mugir para ver a espessura do líquido? E que duas ou três vezes passou à tangente e quase levou vermelho directo? Daqui a pouco está a oferecer fruta à máquina. Acho eu.

Na final da Taça UEFA não gostei nada de ver a fronha do Platini. Tenho um palpite que alguém vai ter azar.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

PIGS ON THE WING


Por feitio desde muito jovem que sou um bocado céptico, pessimista e talvez um pouco cínico. Pensando bem acho que até nem cheguei a ser criança. Reconheço com alguma mágoa que já nasci um velho!
E o culpado foi o porco!
O porco, que habilidosamente, no Circo de Moscovo, há duas dúzias de anos andou por lá a dar umas valentes voltas de bicicleta. E sem cair! E sem mãos! E sem pés! E não partiu os dentes!
Já vi tudo! – disse eu para os meus botões. É impossível que alguém me consiga surpreender mais do que este porco!
Mas não! Algumas pessoas conseguem bater o porco! E não é aos pontos! É mesmo por KO!
Eu não queria acreditar até ver ontem na TVI, o engenheiro e o doutor que mandaram um Banco inteiro para o galheiro, afirmarem aos deputados e ao País que não sabiam nada das maroscas que por ali se faziam.
Empréstimos perdoados, off shores da tanga, burlas aos clientes com a compra de acções? Nada! Ninguém sabia de nada.
Fez-me lembrar aquela anedota, de uma rusga da GNR a uma casa de “meninas”.
Diz o Sargento com a sua voz de trovão interrogando as garotas da geral:
- Qual é a vossa profissão minhas senhoras? Rápido!
- Ai eu cá sou cabeleireira! Eu sou manicura! E eu massagista! Eu telefonista!
Este barulho acabou por acordar de vez um bêbado que por ali se encontrava à espera de uma abébia, que meio a custo lá balbuciou:
- Querem ver que com tantas donzelas a puta ainda sou eu??!! O melhor é bazar que isto está quente!
Tenho um palpite que aquilo lá para o Banco ainda vai sobrar para um gerente qualquer do Faralhão ou da Lagoa da Palha!
Outro artista é o nosso primeiro com nariz de Pinóquio. Depois de meter mais de metade do País, a fumar ao frio, à chuva e ao vento, já que ia para a América Latina, deu-se ares de Imperador. Vai de fumar no avião, que a Lei é para a populaça, ou talvez mesmo para a “piolheira”, se quisermos ir até D. Carlos. O comandante da aeronave, que de comandante tem muito pouco, não viu, nem ouviu, nem cheirou nada! É pena que tenha visto a pista de aterragem à chegada! Deus me livre desta gente!
Um destes dias, com vagar, ainda hei-de falar do Bob Geldof e do “engenheirro Mirra do Amarral”!!!

sexta-feira, 9 de maio de 2008

O INTENDENTE



O senhor Ferreira Fernandes é jornalista. Sempre admirei a sua escrita e, porque o assunto é actual, quero repartir com vocês o que ele escreveu hoje no jornal Diário de Notícias. Aqui vai:


"Almeida Rodrigues, polícia, é o novo patrão da PJ. Por isso, Baltasar Pinto, o n.º 2, demitiu-se: "Sou procurador-geral adjunto com dez anos de cargo e por uma questão de estatuto não podia ficar." Um procurador sob um simples polícia? Que horror, o estatuto arrepela-se todo! Portugal foi sempre assim, de castas, com raros a oporem-se. Um dia, o duque do Cadaval (procuradoríssimo--geral, pois era o corregedor- -mor) tratou por tu o polícia Pina Manique (simples corregedor). Pina Manique escreveu ao duque, dizendo que se ele o tratou assim por ser de nascimento humilde, então, "caguei para mim que nada valho." Mas, prosseguiu Pina Manique, se foi por causa do cargo menor que ocupava, então, "caguei para o cargo." E, rematou Pina Manique, caso não fosse uma ou outra razão, que o duque lhe dissesse, pois ele queria saber "se devo ou não cagar para V. Ex.ª". Com gosto emprestarei a carta ao polícia que manda hoje na PJ, para ele a enviar a quem de direito".


Também gostava que o FF me emprestasse a carta para enviar a uns amigos.

terça-feira, 6 de maio de 2008

BEM VINDO


«Posso contar com o espírito de serviço público dos milhares de militares» da Guarda, disse o novo comandante-geral da GNR, que hoje tomou posse no Ministério da Administração Interna, em Lisboa, numa cerimónia presidida pelo primeiro-ministro, José Sócrates.
Nelson dos Santos considerou ainda que «os interesses pessoais e da própria força devem ser subordinados aos interesses do serviço público», tendo em conta que a «condição de militar exige sacrifícios diferentes aos dos cidadãos comuns».
O novo comandante-geral da GNR manifestou ainda «confiança» nos militares que servem a Guarda, pois com o apoio deles (guardas) vai «tentar ultrapassar as dificuldades».
Nelson dos Santos, que até aqui exerceu as funções de vice-chefe do Estado-Maior do Exército, regressa à GNR passados 13 anos numa altura em que a criminalidade está diferente e «as ameaças mudaram».

Nesse sentido, disse que está preocupado com o sentimento de «insegurança» que existe entre a população, «acção» que vai tentar «inverter».
Na sua missão, Nelson dos Santos tem como objectivo «preservar as ancestrais tradições da Guarda, que tem uma natureza militar e sentimento de disciplina», e ao mesmo tempo desenvolver uma polícia moderna.
«As forças e os serviços de segurança têm cada vez mais uma exigente e delicada missão. Sei das dificuldades que as forças tem nas suas acções diárias», disse, acrescentando que a GNR «é uma força respeitada com que se pode contar com prontidão e eficiência», quer a nível da segurança interna, quer das missões internacionais.
Nelson dos Santos substitui como comandante-geral da GNR o tenente-general Mourato Nunes, também do Exército, que estava no cargo há quase cinco anos (desde 24 de Abril de 2003) e deixa o lugar para passar à reserva.

Na cerimónia, o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, enalteceu o trabalho desenvolvido por Mourato Nunes e sublinhou que o novo comandante-geral da GNR vai estar «à altura dos novos desafios» da corporação.
«Vamos poder contar com uma GNR disciplinada, dedicada e competente capaz de enfrentar os desafios», disse Rui Pereira, acrescentando que «a GNR é uma instituição quase centenária, que alia a tradição à modernidade».
O ministro destacou as novas competências da GNR para «fazer frente aos novos desafios e ameaças», exemplificando com as missões internacionais, a defesa da natureza e do ambiente, a protecção civil e a investigação criminal, «competência que partilha com a Polícia Judiciária».
Rui Pereira sublinhou que o Ministério da Administração Interna «continua a dar o maior valor à segurança».


Diário Digital / Lusa

sábado, 3 de maio de 2008

ANTES SINDICALISTAS DO QUE.....




"O sindicalismo na PSP deve ser exercido com toda a liberdade, mas os polícias nunca deixam de ser polícias", disse Rui Pereira, manifestando opinião idêntica ao director nacional da PSP, que hoje disse numa entrevista ao semanário Expresso que o número de sindicatos da PSP (um total de nove) é acima do razoável e que a sua representatividade "é, no mínimo, em alguns casos absurda".
"Há sindicatos na PSP que são constituídos quase que só com base na direcção. E ainda há uma média de 50 agentes por dia útil que estão dispensados para actividade sindical. Uma esquadra inteira", afirmou o superintendente-chefe Oliveira Pereira.
O recém-empossado director nacional da PSP defende que a lei sindical "vai ter que, mais dia, menos dia, ser alterada".
À margem das comemorações do 97º aniversário da GNR, o ministro da Administração Interna disse também que "respeita a actividade sindical", tendo em conta que o programa do Governo "nessa matéria é claro".
"Há direito à actividade sindical sem direito à greve na PSP e há direito de associativismo sócio-profissional sem direito ao sindicalismo na GNR, força de natureza militar. Queremos que continue a ser assim", sublinhou.
Rui Pereira disse ainda que a revisão da lei sindical da PSP é "da competência da Assembleia da República", escusando-se a prestar quaisquer declarações sobre esta matéria.
Na intervenção nas comemorações do 97º aniversário da GNR, na Praça do Império, o ministro da Administração Interna centrou o seu discurso nas competências das duas forças de segurança, a GNR e a PSP, em matéria de segurança e reafirmou as medidas do Governo nesta matéria.
Reforço do número de efectivo da GNR e PSP (4.500), modernização das instalações, das viaturas, armas e material informático são algumas das medidas do Governo.




Lusa/SOL