terça-feira, 29 de abril de 2008

MAIS DOUTRINA


Após seis anos a sermos governados pela tralha guterrista e mais quase quatro pela quase mesma tralha só que agora socrática, estes políticos ainda me conseguem surpreender!

Quase dez anos de doutrina, a "obrigar" a colocação de mais polícias e guardas na rua e, logo agora, que pela primeira vez e por esse motivo, uma esquadra é tomada de assalto, eis que tudo muda.

"Não quero só um polícia de serviço na Esquadra! Vamos obrigar os senhores comandantes a "organizar" o serviço". - perorou o MAI, professor Pereira.

E depois a ladainha do costume: vamos prender os perigosos assaltantes da Esquadra, julgá-los e enviá-los para Guantanamo. Ou vamos enviá-los para Guantanamo antes de o julgar? Já nem sei o que dizer! Nem o ministro, que ainda não se apercebeu que após a implementação da reforma penal a que presidiu, é mais difícil um juiz condenar um criminoso do que me sair o euromilhões. E eu até nem jogo!

Este assunto até me dava vontade de rir se não fosse tão trágico. Quem é que explica ao senhor professor que uma esquadra com o efectivo de 44 agentes não dá nem para aquecer? E que um Posto da Guarda com seis, sete ou oito militares é uma vergonha?

Quem é que explica ao senhor professor que no período nocturno a PSP terá, em todo o país, cerca de 700 agentes de serviço e a GNR outros tantos?

Não acreditam? Façam contas!

Foi com alguma tristeza que assisti ao assassinato que o poder político fez ao ao Comandante da 35.ª, sem que um único oficial do Sindicato de Oficiais de Polícia tenha saído a terreiro para defender o seu camarada. Pelo menos que eu visse!

Pobres tempos estes!

domingo, 27 de abril de 2008

segunda-feira, 21 de abril de 2008

AGUENTA CORAÇÃO


A sociedade secreta em que está transformado o Grupo Novo Roque organizou hoje pela tardinha, no Convento da Graça, uma passagem de modelos para mostrar o novo guarda roupa para a tournée de Verão.

Só para convidados especiais, cerca de 1251, que foram obrigados como nas festas chiques, a deixar os telemóveis e os rádios portáteis da rede 150 no plantão.

O Jacas, pela surra, lá conseguiu tirar um foto da Rosineide Furacão e da Rosângela Vulcão com os futuros uniformes, não sei se da UNNATRA ou da UNCOCOS, segmento feminino claro, pois para os machos acho que sempre se conseguem arranjar uns calçõezitos mais compridos...

Não consegui ouvir bem o que se dizia, pois as rolhas que saltavam das garrafas de champanhe da Anadia faziam um barulho do caraças, e os tchins-tchins com os Atlantis de Pequim eram ensurdecedores.

Ainda consegui convencer as donzelas da foto a engrossar (gira palavra esta), o contingente de 2000.000 de portugueses que brevemente irão concorrer para ocupar as vagas dos futuros 1100 geninhos que o nosso MAI gentilmente autorizou há duas ou três semanas.

Como as moças me confidenciram ter algumas dificuldades na prática de exercício físico, amanhã vamos entrar na fase de treino desta complicada matéria. Como podem reparar tenho bom coração!

Se andar uns dias desaparecido desta minha humilde casa não estranhem!

sábado, 19 de abril de 2008

A CIVILINIZAÇÃO


Há cerca de duas semanas no jornal Expresso a senhora dona Luísa Meireles decidiu ser a porta voz da indignação dos militares do Exército.

E porquê?- perguntarão vocês!

Pronto, não perguntaram, talvez por timidez, mas eu vou explicar na mesma.

Algumas pessoas no Exército estão muito preocupadas, porque alguns altos cargos, vulgo tachos, que normalmente eram confiados a militares vão agora ser atribuidos a civis, nomeadamente diplomatas e ex-controladores financeiros do Mistério da Defesa. (Viram como a palavra "nomeadamente" fica bem em qualquer discurso?)

Mas, e que cargos serão esses? O de Comandante da Primeira Brigada Mecanizada Independente, ou o de Comandante de um Esquadrão de Carros de Combate, ou mesmo de algum Pelotão de Descontaminação Nuclear Biológica ou Química?

Não! Os cargos em questão são apenas o de Director Geral de Política de Defesa Nacional, de Inspector Geral de Defesa Nacional e talvez o do Director do Instituto de Defesa Nacional. Cargos com um cariz eminentemente militar, e que nada têm de político como é bom de observar!

O grande "expert" em assuntos militares em que se tornou o senhor general na reforma, Loureiro dos Santos, que em tempos também foi um razoável militar e um sofrível ministro e, agora quer ficar fora da alçada da aplicação do seu Regulamento de Disciplina, concorda que se está a passar um fenómeno de civilinização em assuntos de defesa.

E não falava na não aplicação do RDM aos militares da reserva e da reforma. Não!, porque o pessoal quer continuar a dar uns "bitaites" nas televisões e nos jornais! E não quer ter a chatice de processos disciplinares e de "porradas"! Isso é coisa para praças e sindicalistas!
Falava mesmo na colocação de "boys civis" em cargos que estavam mesmo a calhar para "boys militares". E de preferência do Exército!

1.ª nota do jacaré:
Porque hoje ficava fastidioso, numa próxima postagem vou falar dos cargos ocupados por militares em Instituições que pouco ou nada têm a ver com a Instituição militar. E provar como estes ainda estão a ganhar. E por muitos!
2.ª nota do jacaré:
Ontem no Atlântico assistiu-se a um extraordinário espectáculo musical! Vou esperar agora pela reacção dos ESU, para não ficarem, muito, fora do tabuleiro cultural.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

PARA DESCOMPRIMIR!!!!

Penso ser do conhecimento geral que a maioria dos generais têm um desprezo profundo pela classe política.

Acho que isto aconteceu desde que um político, penso que Churchill, terá dito: "a guerra é uma coisa séria demais para ficar apenas entregue aos militares".

Os políticos sempre que podem, para mostrar quem manda, gostam de afrontar os generais, para gáudio da populaça que na sua maior parte também serviu na tropa e, também de alguma forma ali recebeu algum tratamento menos "carinhoso".

Vou aqui mostrar muito rapidamente, os quatro casos que consigo recordar imediamente, de maus tratos do poder político aos generais:

1. A nomeação por Zapatero de Carme Chacón, Ministra da Defesa da Espanha. A senhora tem 37 anos e está grávida de sete meses. Na foto, um bocado assustada talvez pelo tamanho das cornetas, vê-se a ministra a passar revista às tropas no seu primeiro acto oficial. Daqui a quatro meses alguém vai ao seu lado a empurrar o carrinho do bebé. Faço figas para que não seja eu o escolhido se todos os espanhois se baldarem;

2. A nomeação por Durão do Paulinho das Feiras para Ministro da Defesa de Portugal! Esta foi muito boa!;

3. A graduação do Brigadeiro Nunes, a General, para que este pudesse ser o geninho mor, quando a fila de interessados com pose de Estado dava uma volta a S. Bento;

4. Na Dinamarca em 2002 o general Hans Jesper Helso foi nomeado CEMGFA. Este senhor em 1969 era sargento. Gaita que esta doeu!

Se se lembrarem de mais algumas é só comentar!

terça-feira, 15 de abril de 2008

O CROMO


O Bobi o Tareco a semana passada deram ordens para renovar contrato com o "Professor".

Ainda bem! Acho que é a única forma de o Porto não ganhar a Liga dos Campeões nos próximos anos.

Embora seja um anti portista convicto, tenho que dar a mão à palmatória. O Porto joga à bola que até chateia.

Mas tenho para mim que o Porto este ano apenas foi orientado pelo "Professor" duas vezes... em todos os outros jogos, os jogadores foram orientados directamente pelo Bobi e pelo Tareco.

Os jogos de que falo foram contra o Fátima e contra o Scalke 04, na Alemanha.

Aí viu-se o Porto do "Professor". Medroso, cobarde até, inconsequente, perdedor. Em suma: um calhau!

Só espero que Deus guarde por muito tempo o "Professor" por aquelas bandas. E o Bobi e Tareco também!

domingo, 13 de abril de 2008

THE LORENZO´S LAND


Acho que não é fácil imaginar um homem, verdadeiramente macho, que não pratique ou que não goste de ver qualquer tipo de desporto.
O desporto está para os homens assim como os Sopping´s Center´s estão para as senhoras, “corre-lhes na massa do sangue”!
Claro que existem sempre “os costureiros”, “os cabeleireiros”, os “cronistas (alpinistas) sociais”…. que gostam mais de jogar ao pacau! Outras histórias….
Eu então gosto é de motas. Principalmente daquelas que andam depressa. E gosto de ver andar de mota. Mesmo de mota, porque moto ou motociclo é assim uma palavra, melhor, duas palavras a darem para o novo rico para não dizer outra coisa.
Este fim de semana, as motas vieram a Portugal. Os Rossis, Pedrosas, Stoners deste país tiveram o seu fim de semana. Sempre a abrir! Sempre na ganga!
E, se Portugal já era conhecido mundialmente por ter uma terra onde aparecem fenómenos às carradas, hoje ali para os lados do Estoril parece ter amadurecido outro….
Há muito tempo que o italiano Valentino era o herói do pessoal das motas. Depois de ganhar cinco campeonatos seguidos, perder os dois últimos, para a sua tribo de seguidores, foram azares do destino; o primeiro por causa de uma queda tonta num dia mau, o segundo por causa de um canguru com uma mota de outro Mundo.
Mas, palpita-me, que hoje no Estoril quando passava pouco da uma da tarde, o mito Valentino caiu de vez. E foi derrubado à pala de um puto com vinte anos, que é um verdadeiro génio nas duas rodas. De uma penada ultrapassou o minorca Pedrosa e o todo poderoso italiano voando até à bandeira de xadrez começando assim o seu reinado.
Ainda por cima dizem que o garoto (gosto desta palavra) anda com os pulsos feitos num oito, e, se calhar, não se safa sem ser operado. Olha se estivesse bom!
O nome do craque é Jorge, até parece um nome “tuga”, só que o apelido é Lorenzo. Já se sabe de onde vem! Infelizmente para o nosso bravo orgulho Lusitano.
Gostei de ver na Eurosport, especialmente aquela parte, em que o jovem espetou uma bandeira meio manhosa na areia que bordeja a pista, a agradecer ajoelhado o apoio do seu público. Parece que o miúdo tem um território ao qual chama Lorenzo´s Land. E parece que não é em Espanha.
Dizem-me que aquilo no Estoril correu bem. Quero parabenizar (já estou a cumprir o acordo ortográfico), todos os que proporcionaram aos presentes e aos televisivos, o belo espectáculo, especialmente ao pessoal “geninho”, uma verdadeira tribo topo de gama!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

DEIXA-ME RIR ANTES QUE ME ESQUEÇA!!!!!!


A fotografia está desfocada ou eu já estou com os copos?
Miguel Pedro, Berger e mais quem?
É só rir é só rir!!!

quinta-feira, 10 de abril de 2008

terça-feira, 8 de abril de 2008

ESTE RAPAZ É UMA MÁQUINA!!!!


Com a devida vénia quero apresentar-vos um texto de um rapaz com muito jeito para a escrita... e para outras coisas também!
A continuar assim, um dia ainda chega a Director Nacional de qualquer coisa!
Se não conseguirem adivinhar de quem copiei isto amanhã ou depois digo-vos!
Vá, bora lá aliviar o "stresse" que as portarias estão para aí a rebentar não tarda nada!


"Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»? E é «o» IKEA ou «a» IKEA»? São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia».
As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais. Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.
É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.
Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira. Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece-me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno.
Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro. E os suecos que montem tudo, se quiserem receber."

domingo, 6 de abril de 2008

sexta-feira, 4 de abril de 2008

ENCOSTA A CABEÇA NO MEU OMBRO E CHORA


"A Guarda Nacional Republicana (GNR) anunciou ontem a «extinção» do Regimento de Cavalaria e revelou a integração daqueles militares nas unidades de Segurança e Honras de Estado e de Intervenção, durante as comemorações do 86 aniversário daquela Unidade.
Durante as últimas comemorações de aniversário daquele regimento, que decorreram ontem no quartel da Ajuda, o general comandante da Guarda, Mourato Nunes, declarou que o «sentimento de perda e extinção, bem como a dúvida e ansiedade em relação ao futuro», pelos militares da GNR, serão resolvidos em breve.
Num discurso de «quase despedida», o comandante da GNR anunciou que a nova lei orgânica será «esclarecida a curto prazo» e incentivou os efectivos do regimento «a continuar o excelente trabalho junto das populações», com uma «contribuição notável para a manutenção da segurança interna do país».
O desfile das forças em parada foi iniciado pela Guarda Presidencial, seguido por quase uma centena de cavalos a trote em cortejo e com a Charanga da GNR à frente, a prestar honras militares aos presentes.
O evoluir da mostra das forças militares em parada passou para o serviço de apoio aos turistas «Tourist Patrol» onde os militares desfilaram em bicicleta, que a pedalar em frente à tribuna, prestaram honras de continência de perto seguidos por um esquadrão de cerca de meia centena de motos de grande cilindrada.
A mostra continuou com a exibição de 18 motos que efectuaram cruzamentos a grande velocidade e provaram ser possível uma mota suportar mais de uma dezena de homens em cima, com figuras acrobáticas dos elementos transportados.
A cabo Lurdes Gonçalves, a única mulher do Carrossel Moto, disse à Lusa que fazia o que gostava não «tendo qualquer reclamação dos restantes homens» que compõem aquela unidade «nestas aventuras» a altas velocidades.
A festa da GNR terminou com apresentação final de 10 cavalos «Russos Puro-sangue Lusitano» que desfilaram com figuras de «alta escola equestre» e com provas sincronizadas ao som de música clássica."
- Agência LUSA -

GAITA, AINDA NÃO FOI DESTA!!!


Os funcionários públicos vão poder trabalhar até mais 15 horas por semana ou três horas por dia, mediante acordo colectivo. Esta é uma das medidas que integram a proposta de lei do Governo sobre o novo Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas (RCTFP) a que o Diário Económico teve acesso e que prevê a adaptabilidade dos horários para os trabalhadores do Estado.O documento, que prevê uma aproximação do contrato de trabalho da função pública ao Código do Trabalho (sector privado) deverá ser entregue hoje às três estruturas sindicais da função pública, para começar a ser negociado em breve, podendo vir ainda a sofrer alterações.

Quando o novo contrato de trabalho entrar em vigor - o que deverá acontecer no segundo semestre do ano - a grande maioria dos funcionários públicos irá assim mudar de vínculo laboral. Apenas mantêm o actual vínculo de nomeação (vitalício) os trabalhadores com funções de soberania, que são uma minoria, ou seja, militares, segurança pública, investigação, representação externa do Estado, informações de segurança e investigação criminal.No essencial, os actuais funcionários mantêm os seus direitos, nomeadamente quanto às causas de cessação dos contratos (despedimentos), mas há várias coisas que vão mudar, já que a ideia é aproximar o modelo de emprego do Estado ao Código do Trabalho.Assim, passará a ser possível negociar várias matérias com o empregador, como é o caso dos horários de trabalho.

Na proposta, o Governo mantém as actuais 35 horas semanais (sete por dia) como regra, mas estabelece a adaptabilidade dos horários. Significa que, por negociação colectiva (entre empregador e representantes dos trabalhadores), o período normal de trabalho possa ser definido “em termos médios”. No entanto, o horário nunca poderá exceder um aumento de três horas por dia ou 50 horas semanais. E, em média, o período normal de trabalho não poderá exceder 45 horas semanais, num período de dois meses.

Quanto à duração média do trabalho num período de 12 meses, a proposta prevê que os horários dos funcionários públicos não possam exceder as 42 horas semanais.O diploma estabelece que todas as alterações dos horários de trabalho devem ser precedidas de consulta aos trabalhadores afectados, à comissão de trabalhadores ou associações sindicais.Por acordo colectivo, pode ainda ser estabelecida a prestação de trabalho durante seis horas consecutivas e o intervalo diário de descanso (hora de almoço) ser reduzido ou mesmo excluído. Por outro lado, poderá ficar acordado um período de descanso superior ao previsto na lei - não inferior a uma hora nem superior a duas horas.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

A VERNISSAGE!!!!


O Mundo tem cada coisa! Não acredito que tenha sido só por causa da queda do muro de Berlim que coisas destas possam hoje acontecer!

Há mais ou menos 25 anos, a "inteligentzia" reinante na GNR, queria meter o Rui Reininho e "sus muchachos" na pildra, por eles supostamente terem usurpado uma sigla que já há cerca de cem anos andava a rodar na praça.

No próximo dia 18 de Abril os GNR´s vão tocar todos juntos, os do rock vanguardista e os da secular banda sinfónica, num concerto a realizar no Pavilhão Atlântico. Eu, que embora sendo jacaré e tenha de voar baixinho, por motivos morfológicos claro, fico contente pela realização do futuro evento.

De acordo com o que fui lendo nos jornais, os responsáveis pela coisa terão sido o Lima, o Montezo e o Reininho, tudo pessoal arejado e sem macaquinhos no sotão.

Cá pelo burgo, de vez em quando, somos "convidados" a assistir gratuitamente a alguns espectáculos musicais e outros, mas parece que desta vez népia!!! Só mesmo a pagar!

E, eh pá maestro!, por 30 euros que é preço do melhor lugar, para dia 18 no Atlântico, hoje em dia já se consegue ir de Lisboa a Barcelona e voltar, naqueles aviões de baixo custo e qualidade duvidosa. E eu depois de ver há três dias aquele choradinho dos polícias à CC Queiroz da TVI é que fiquei a perceber como também ganho pouco!

Mas prontos meu, lá tenho de levar o cartão de crédito à FNAC, e comprar dois em pé, um para mim e outro para a minha ninfa porque não posso perder a "vernissage"!

Só espero que a noite valha o guito e o escalador me ajude!

terça-feira, 1 de abril de 2008

O CONDE!


"Nunca se pode concordar em rastejar, quando se sente ímpeto de voar."


Helen Keller