
terça-feira, 29 de abril de 2008
MAIS DOUTRINA

domingo, 27 de abril de 2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
AGUENTA CORAÇÃO

sábado, 19 de abril de 2008
A CIVILINIZAÇÃO

quarta-feira, 16 de abril de 2008
PARA DESCOMPRIMIR!!!!

Penso ser do conhecimento geral que a maioria dos generais têm um desprezo profundo pela classe política.
Acho que isto aconteceu desde que um político, penso que Churchill, terá dito: "a guerra é uma coisa séria demais para ficar apenas entregue aos militares".
Os políticos sempre que podem, para mostrar quem manda, gostam de afrontar os generais, para gáudio da populaça que na sua maior parte também serviu na tropa e, também de alguma forma ali recebeu algum tratamento menos "carinhoso".
Vou aqui mostrar muito rapidamente, os quatro casos que consigo recordar imediamente, de maus tratos do poder político aos generais:
1. A nomeação por Zapatero de Carme Chacón, Ministra da Defesa da Espanha. A senhora tem 37 anos e está grávida de sete meses. Na foto, um bocado assustada talvez pelo tamanho das cornetas, vê-se a ministra a passar revista às tropas no seu primeiro acto oficial. Daqui a quatro meses alguém vai ao seu lado a empurrar o carrinho do bebé. Faço figas para que não seja eu o escolhido se todos os espanhois se baldarem;
2. A nomeação por Durão do Paulinho das Feiras para Ministro da Defesa de Portugal! Esta foi muito boa!;
3. A graduação do Brigadeiro Nunes, a General, para que este pudesse ser o geninho mor, quando a fila de interessados com pose de Estado dava uma volta a S. Bento;
4. Na Dinamarca em 2002 o general Hans Jesper Helso foi nomeado CEMGFA. Este senhor em 1969 era sargento. Gaita que esta doeu!
Se se lembrarem de mais algumas é só comentar!
terça-feira, 15 de abril de 2008
O CROMO

domingo, 13 de abril de 2008
THE LORENZO´S LAND

O desporto está para os homens assim como os Sopping´s Center´s estão para as senhoras, “corre-lhes na massa do sangue”!
Claro que existem sempre “os costureiros”, “os cabeleireiros”, os “cronistas (alpinistas) sociais”…. que gostam mais de jogar ao pacau! Outras histórias….
Eu então gosto é de motas. Principalmente daquelas que andam depressa. E gosto de ver andar de mota. Mesmo de mota, porque moto ou motociclo é assim uma palavra, melhor, duas palavras a darem para o novo rico para não dizer outra coisa.
Este fim de semana, as motas vieram a Portugal. Os Rossis, Pedrosas, Stoners deste país tiveram o seu fim de semana. Sempre a abrir! Sempre na ganga!
E, se Portugal já era conhecido mundialmente por ter uma terra onde aparecem fenómenos às carradas, hoje ali para os lados do Estoril parece ter amadurecido outro….
Há muito tempo que o italiano Valentino era o herói do pessoal das motas. Depois de ganhar cinco campeonatos seguidos, perder os dois últimos, para a sua tribo de seguidores, foram azares do destino; o primeiro por causa de uma queda tonta num dia mau, o segundo por causa de um canguru com uma mota de outro Mundo.
Mas, palpita-me, que hoje no Estoril quando passava pouco da uma da tarde, o mito Valentino caiu de vez. E foi derrubado à pala de um puto com vinte anos, que é um verdadeiro génio nas duas rodas. De uma penada ultrapassou o minorca Pedrosa e o todo poderoso italiano voando até à bandeira de xadrez começando assim o seu reinado.
Ainda por cima dizem que o garoto (gosto desta palavra) anda com os pulsos feitos num oito, e, se calhar, não se safa sem ser operado. Olha se estivesse bom!
O nome do craque é Jorge, até parece um nome “tuga”, só que o apelido é Lorenzo. Já se sabe de onde vem! Infelizmente para o nosso bravo orgulho Lusitano.
Gostei de ver na Eurosport, especialmente aquela parte, em que o jovem espetou uma bandeira meio manhosa na areia que bordeja a pista, a agradecer ajoelhado o apoio do seu público. Parece que o miúdo tem um território ao qual chama Lorenzo´s Land. E parece que não é em Espanha.
Dizem-me que aquilo no Estoril correu bem. Quero parabenizar (já estou a cumprir o acordo ortográfico), todos os que proporcionaram aos presentes e aos televisivos, o belo espectáculo, especialmente ao pessoal “geninho”, uma verdadeira tribo topo de gama!
sexta-feira, 11 de abril de 2008
DEIXA-ME RIR ANTES QUE ME ESQUEÇA!!!!!!

quinta-feira, 10 de abril de 2008
terça-feira, 8 de abril de 2008
ESTE RAPAZ É UMA MÁQUINA!!!!

"Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»? E é «o» IKEA ou «a» IKEA»? São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia».
As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais. Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.
É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.
Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira. Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece-me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno.
Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro. E os suecos que montem tudo, se quiserem receber."
domingo, 6 de abril de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
ENCOSTA A CABEÇA NO MEU OMBRO E CHORA

Durante as últimas comemorações de aniversário daquele regimento, que decorreram ontem no quartel da Ajuda, o general comandante da Guarda, Mourato Nunes, declarou que o «sentimento de perda e extinção, bem como a dúvida e ansiedade em relação ao futuro», pelos militares da GNR, serão resolvidos em breve.
Num discurso de «quase despedida», o comandante da GNR anunciou que a nova lei orgânica será «esclarecida a curto prazo» e incentivou os efectivos do regimento «a continuar o excelente trabalho junto das populações», com uma «contribuição notável para a manutenção da segurança interna do país».
O desfile das forças em parada foi iniciado pela Guarda Presidencial, seguido por quase uma centena de cavalos a trote em cortejo e com a Charanga da GNR à frente, a prestar honras militares aos presentes.
O evoluir da mostra das forças militares em parada passou para o serviço de apoio aos turistas «Tourist Patrol» onde os militares desfilaram em bicicleta, que a pedalar em frente à tribuna, prestaram honras de continência de perto seguidos por um esquadrão de cerca de meia centena de motos de grande cilindrada.
A mostra continuou com a exibição de 18 motos que efectuaram cruzamentos a grande velocidade e provaram ser possível uma mota suportar mais de uma dezena de homens em cima, com figuras acrobáticas dos elementos transportados.
A cabo Lurdes Gonçalves, a única mulher do Carrossel Moto, disse à Lusa que fazia o que gostava não «tendo qualquer reclamação dos restantes homens» que compõem aquela unidade «nestas aventuras» a altas velocidades.
A festa da GNR terminou com apresentação final de 10 cavalos «Russos Puro-sangue Lusitano» que desfilaram com figuras de «alta escola equestre» e com provas sincronizadas ao som de música clássica."
GAITA, AINDA NÃO FOI DESTA!!!

quarta-feira, 2 de abril de 2008
A VERNISSAGE!!!!






