
"Profissional da GNR vai ser ouvido na Polícia Judiciária Militar
Qual foi o crime cometido?
Tal como já tivemos oportunidade de denunciar, a APG/GNR está profundamente indignada com a situação de um profissional da GNR que foi severamente punido por, na defesa da sua dignidade pessoal e profissional se ter recusado a efectuar faxina no Regimento de Infantaria. A par do processo disciplinar, que o puniu com 20 dias de suspensão, com perda de vencimento pelo mesmo período, o profissional em causa será ouvido na Polícia Judiciária Militar, dia 5 de Novembro, no âmbito de um processo-crime que também que lhe foi instaurado.
A pergunta surge de imediato – qual foi o crime cometido? Porque foi considerado este profissional um “criminoso”? O cidadão tem que saber que, embora a criminalidade aumente diariamente e sejam muitas as promessas de mais efectivos afectos à actividade operacional, a realidade da Guarda é outra. A GNR que existe é aquela que obriga agentes de autoridade a servir à mesa os seus superiores hierárquicos, a executarem faxina, entre outros serviços igualmente vexatórios, impróprios de agentes da segurança pública. Todo e qualquer profissional da GNR que, no respeito pela sua dignidade, se proclame agente policial, como nos transmite este exemplo, é considerado um “criminoso”, com o mesmo grau de gravidade daqueles que efectivamente o são.
É este um triste exemplo da maior força de segurança do nosso país, de uma Guarda que privilegia o militarismo exacerbado e a subserviência, em detrimento daquilo que deveria ser o seu papel enquanto estrutura pilar da sociedade democrática – a segurança das populações. É esta a prova do desajuste da aplicação do Código de Justiça Militar a uma força de segurança, Código de pune cegamente aqueles que ousam pensar que efectivamente pertencem a uma força de segurança.
Mais uma vez a APG/GNR vem publicamente repudiar esta situação e denunciá-la, com a insistência que for necessária, até que venha a prevalecer o bom-senso, a justiça e a democraticidade dentro da Instituição.
Lisboa, 4 de Novembro de 2008
A Direcção Nacional" - (Da APG)
Qual foi o crime cometido?
Tal como já tivemos oportunidade de denunciar, a APG/GNR está profundamente indignada com a situação de um profissional da GNR que foi severamente punido por, na defesa da sua dignidade pessoal e profissional se ter recusado a efectuar faxina no Regimento de Infantaria. A par do processo disciplinar, que o puniu com 20 dias de suspensão, com perda de vencimento pelo mesmo período, o profissional em causa será ouvido na Polícia Judiciária Militar, dia 5 de Novembro, no âmbito de um processo-crime que também que lhe foi instaurado.
A pergunta surge de imediato – qual foi o crime cometido? Porque foi considerado este profissional um “criminoso”? O cidadão tem que saber que, embora a criminalidade aumente diariamente e sejam muitas as promessas de mais efectivos afectos à actividade operacional, a realidade da Guarda é outra. A GNR que existe é aquela que obriga agentes de autoridade a servir à mesa os seus superiores hierárquicos, a executarem faxina, entre outros serviços igualmente vexatórios, impróprios de agentes da segurança pública. Todo e qualquer profissional da GNR que, no respeito pela sua dignidade, se proclame agente policial, como nos transmite este exemplo, é considerado um “criminoso”, com o mesmo grau de gravidade daqueles que efectivamente o são.
É este um triste exemplo da maior força de segurança do nosso país, de uma Guarda que privilegia o militarismo exacerbado e a subserviência, em detrimento daquilo que deveria ser o seu papel enquanto estrutura pilar da sociedade democrática – a segurança das populações. É esta a prova do desajuste da aplicação do Código de Justiça Militar a uma força de segurança, Código de pune cegamente aqueles que ousam pensar que efectivamente pertencem a uma força de segurança.
Mais uma vez a APG/GNR vem publicamente repudiar esta situação e denunciá-la, com a insistência que for necessária, até que venha a prevalecer o bom-senso, a justiça e a democraticidade dentro da Instituição.
Lisboa, 4 de Novembro de 2008
A Direcção Nacional" - (Da APG)


1 comentário:
Pois é, pois é....
RDGNR, RJM e por aí fora.
Por muito menos estão sete ou oito tenente coroneis à espera da promoção.
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