
O Secretário Geral do Segurança Interna, Mário Mendes, admite um aumento de jovens delinquentes que passaram a actuar em grupo, depois de terem sido revelados dados que indicam uma subida da criminalidade praticada por gangues em 35 por cento.
O secretário-geral do sistema de Segurança Interna não consegue explicar o aumento dos crimes cometidos por grupos organizados ao mesmo tempo que diminuiu a delinquência juvenil, mas Mário Mendes admite que uma das explicações resida no facto de jovens criminosos terem passado a actuar em grupo.
«Pode estar a acontecer que alguma delinquência juvenil esteja a actuar em grupo, porque o conceito de criminalidade grupal absorve o de criminalidade juvenil se ela for praticada em grupo», afirma.
Mário Mendes realça, no entanto, que outros factores podem estar a contribuir para este facto e que não consegue «encontrar uma explicação directa para esse facto».
No ano passado, em relação a 2007, os crimes cometidos por gangues organizados aumentaram 35 por cento e a delinquência juvenil, crimes praticados por menores de 16 anos, registou uma quebra de cerca de 44 por cento, segundo dados revelados na quinta-feira pelo gabinete do secretário-geral de Segurança Interna.
O secretário-geral do sistema de Segurança Interna não consegue explicar o aumento dos crimes cometidos por grupos organizados ao mesmo tempo que diminuiu a delinquência juvenil, mas Mário Mendes admite que uma das explicações resida no facto de jovens criminosos terem passado a actuar em grupo.
«Pode estar a acontecer que alguma delinquência juvenil esteja a actuar em grupo, porque o conceito de criminalidade grupal absorve o de criminalidade juvenil se ela for praticada em grupo», afirma.
Mário Mendes realça, no entanto, que outros factores podem estar a contribuir para este facto e que não consegue «encontrar uma explicação directa para esse facto».
No ano passado, em relação a 2007, os crimes cometidos por gangues organizados aumentaram 35 por cento e a delinquência juvenil, crimes praticados por menores de 16 anos, registou uma quebra de cerca de 44 por cento, segundo dados revelados na quinta-feira pelo gabinete do secretário-geral de Segurança Interna.


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