segunda-feira, 6 de abril de 2009

QUE BELO ASPECTO


A grande farra policial deste fim de semana foi o autocarro "alto astral" utilizado pela Patrulha Móvel do Trancão (PMT).

Sem inspecção e com enfeites estilo casamento.

Gostei das fitas verdes!

Quando era miúdo também tinha assim umas fitas nas "manettes" da bicicleta comprada em segunda mão na loja do Careca.

No outro fim de semana foi outra festa com a história do celular!

Coisas destas é que dão cabo do coração do senhor ministro Pereira, logo agora que as eleições se aproximam. E ainda por cima a criminalidade que não quer baixar nem por nada!

Logo ele que tem feito uma campanha de intoxicação da opinião pública sobre os meios postos à disposição das polícias que é obra!

A pergunta que se coloca é a seguinte: será que a PMT teria necessidade de fazer o seu trabalho nas vetustas viaturas?

Bom, na minha opinião teria. Ou pensando melhor, não teria!

Esta é de La Palisse! Gostaram?

Pensando apenas na Patrulha Móvel como um micro-organismo, verificamos que se não fizessem a patrulha com aqueles meios ficavam apeados, logo o que se verificou foi um mal menor.

Agora se situarmos a Patrulha Móvel no âmbito do macro-cosmos onde está inserida, o que se verificou foi uma vergonha.

O Trancão banha a cidade da Expo, gente! Não é bem atrás do Sol posto!

Mas, quem conduziu a Guarda para "lá das estevas", ainda não abriu os olhos e não dotou quem precisa de policiar a cidade capital dos meios necessários.

Ou então o que é pior tem os olhos bem abertos e tudo não passa de uma estratégia bem delineada para acabar com a Brilhante.

Eu sinceramente cá por mim acredito antes na primeira hipótese.

E não me venham dizer que é falta de dinheiro e de meios.

Todos nós sabemos onde estão as Sprinters, as Navara, os Pathfinfer, as LVI a envelhecer em paradas de ouro e marinas de prata! Porque não estão no sítio certo?

A isso só podem responder os Bruxos de Pedrouços!

É por ali que se aprende a manejar a Bola de Cristal!

Esperemos para ver as cenas dos próximos capítulos.

Que sejam cómicos porque para tragédia já basta o nosso dia a dia.


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