
"O sindicalismo na PSP deve ser exercido com toda a liberdade, mas os polícias nunca deixam de ser polícias", disse Rui Pereira, manifestando opinião idêntica ao director nacional da PSP, que hoje disse numa entrevista ao semanário Expresso que o número de sindicatos da PSP (um total de nove) é acima do razoável e que a sua representatividade "é, no mínimo, em alguns casos absurda".
"Há sindicatos na PSP que são constituídos quase que só com base na direcção. E ainda há uma média de 50 agentes por dia útil que estão dispensados para actividade sindical. Uma esquadra inteira", afirmou o superintendente-chefe Oliveira Pereira.
O recém-empossado director nacional da PSP defende que a lei sindical "vai ter que, mais dia, menos dia, ser alterada".
À margem das comemorações do 97º aniversário da GNR, o ministro da Administração Interna disse também que "respeita a actividade sindical", tendo em conta que o programa do Governo "nessa matéria é claro".
"Há direito à actividade sindical sem direito à greve na PSP e há direito de associativismo sócio-profissional sem direito ao sindicalismo na GNR, força de natureza militar. Queremos que continue a ser assim", sublinhou.
Rui Pereira disse ainda que a revisão da lei sindical da PSP é "da competência da Assembleia da República", escusando-se a prestar quaisquer declarações sobre esta matéria.
Na intervenção nas comemorações do 97º aniversário da GNR, na Praça do Império, o ministro da Administração Interna centrou o seu discurso nas competências das duas forças de segurança, a GNR e a PSP, em matéria de segurança e reafirmou as medidas do Governo nesta matéria.
Reforço do número de efectivo da GNR e PSP (4.500), modernização das instalações, das viaturas, armas e material informático são algumas das medidas do Governo.
"Há sindicatos na PSP que são constituídos quase que só com base na direcção. E ainda há uma média de 50 agentes por dia útil que estão dispensados para actividade sindical. Uma esquadra inteira", afirmou o superintendente-chefe Oliveira Pereira.
O recém-empossado director nacional da PSP defende que a lei sindical "vai ter que, mais dia, menos dia, ser alterada".
À margem das comemorações do 97º aniversário da GNR, o ministro da Administração Interna disse também que "respeita a actividade sindical", tendo em conta que o programa do Governo "nessa matéria é claro".
"Há direito à actividade sindical sem direito à greve na PSP e há direito de associativismo sócio-profissional sem direito ao sindicalismo na GNR, força de natureza militar. Queremos que continue a ser assim", sublinhou.
Rui Pereira disse ainda que a revisão da lei sindical da PSP é "da competência da Assembleia da República", escusando-se a prestar quaisquer declarações sobre esta matéria.
Na intervenção nas comemorações do 97º aniversário da GNR, na Praça do Império, o ministro da Administração Interna centrou o seu discurso nas competências das duas forças de segurança, a GNR e a PSP, em matéria de segurança e reafirmou as medidas do Governo nesta matéria.
Reforço do número de efectivo da GNR e PSP (4.500), modernização das instalações, das viaturas, armas e material informático são algumas das medidas do Governo.
Lusa/SOL


1 comentário:
abraço.
não sei que te diga. por falta de infromação.
mas tanto quanto percebo o Comandante comanda. não manda bitates sobre o sindicalismo...
abraços
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