
«Posso contar com o espírito de serviço público dos milhares de militares» da Guarda, disse o novo comandante-geral da GNR, que hoje tomou posse no Ministério da Administração Interna, em Lisboa, numa cerimónia presidida pelo primeiro-ministro, José Sócrates.
Nelson dos Santos considerou ainda que «os interesses pessoais e da própria força devem ser subordinados aos interesses do serviço público», tendo em conta que a «condição de militar exige sacrifícios diferentes aos dos cidadãos comuns».
O novo comandante-geral da GNR manifestou ainda «confiança» nos militares que servem a Guarda, pois com o apoio deles (guardas) vai «tentar ultrapassar as dificuldades».
Nelson dos Santos, que até aqui exerceu as funções de vice-chefe do Estado-Maior do Exército, regressa à GNR passados 13 anos numa altura em que a criminalidade está diferente e «as ameaças mudaram».
Nelson dos Santos considerou ainda que «os interesses pessoais e da própria força devem ser subordinados aos interesses do serviço público», tendo em conta que a «condição de militar exige sacrifícios diferentes aos dos cidadãos comuns».
O novo comandante-geral da GNR manifestou ainda «confiança» nos militares que servem a Guarda, pois com o apoio deles (guardas) vai «tentar ultrapassar as dificuldades».
Nelson dos Santos, que até aqui exerceu as funções de vice-chefe do Estado-Maior do Exército, regressa à GNR passados 13 anos numa altura em que a criminalidade está diferente e «as ameaças mudaram».
Nesse sentido, disse que está preocupado com o sentimento de «insegurança» que existe entre a população, «acção» que vai tentar «inverter».
Na sua missão, Nelson dos Santos tem como objectivo «preservar as ancestrais tradições da Guarda, que tem uma natureza militar e sentimento de disciplina», e ao mesmo tempo desenvolver uma polícia moderna.
«As forças e os serviços de segurança têm cada vez mais uma exigente e delicada missão. Sei das dificuldades que as forças tem nas suas acções diárias», disse, acrescentando que a GNR «é uma força respeitada com que se pode contar com prontidão e eficiência», quer a nível da segurança interna, quer das missões internacionais.
Nelson dos Santos substitui como comandante-geral da GNR o tenente-general Mourato Nunes, também do Exército, que estava no cargo há quase cinco anos (desde 24 de Abril de 2003) e deixa o lugar para passar à reserva.
Na sua missão, Nelson dos Santos tem como objectivo «preservar as ancestrais tradições da Guarda, que tem uma natureza militar e sentimento de disciplina», e ao mesmo tempo desenvolver uma polícia moderna.
«As forças e os serviços de segurança têm cada vez mais uma exigente e delicada missão. Sei das dificuldades que as forças tem nas suas acções diárias», disse, acrescentando que a GNR «é uma força respeitada com que se pode contar com prontidão e eficiência», quer a nível da segurança interna, quer das missões internacionais.
Nelson dos Santos substitui como comandante-geral da GNR o tenente-general Mourato Nunes, também do Exército, que estava no cargo há quase cinco anos (desde 24 de Abril de 2003) e deixa o lugar para passar à reserva.
Na cerimónia, o ministro da Administração Interna, Rui Pereira, enalteceu o trabalho desenvolvido por Mourato Nunes e sublinhou que o novo comandante-geral da GNR vai estar «à altura dos novos desafios» da corporação.
«Vamos poder contar com uma GNR disciplinada, dedicada e competente capaz de enfrentar os desafios», disse Rui Pereira, acrescentando que «a GNR é uma instituição quase centenária, que alia a tradição à modernidade».
O ministro destacou as novas competências da GNR para «fazer frente aos novos desafios e ameaças», exemplificando com as missões internacionais, a defesa da natureza e do ambiente, a protecção civil e a investigação criminal, «competência que partilha com a Polícia Judiciária».
Rui Pereira sublinhou que o Ministério da Administração Interna «continua a dar o maior valor à segurança».
Diário Digital / Lusa


3 comentários:
Senhor General,
O Jacaré deseja-lhe boas vindas e deseja ardentemente que o seu comando seja brilhante, digno, justo e sensato.
Apresento-lhe alguns constrangimentos que na minha modesta opinião têm existido na Organização nos últimos tempos, e que só servem a alguns desmoralizando muitos:
- Elevada discricionaridade nos processos de decisão;
- Pouca transparência/dificuldades de acesso à informação;
- Fraca concorrência;
- Sistemas de controlo inexistentes ou fracos;
- Insuficiências de documentação e reporte;
- Baixa responsabilização;
- Deficiências na detecção, apuramento e sancionamento das situações.
Numa altura em que as organizações policiais recrutam os seus dirigentes dentro de casa, a guarda persiste em importar os seus patrões. Enquanto assim for não se vai a lado nenhum.Por outro lado admira-me como ainda há militares que queiram vir para a organização. Digo isto porque não considero prestigiante o cargo. Por outro lado desempnhar funções para as quais se não está capacitado minimamente parece-me incorrecto. Já Napoleão o dizia ao seu irmão João.Crocodilo eu sou
Nelson dos Santos considerou ainda que «os interesses pessoais e da própria força devem ser subordinados aos interesses do serviço público»,
Ora aí está! Um belo inicio! Meu caro, embora não use farda idêntica à minha e por conseguinte o não considere um Militar da GNR, mas pronto, está cá para mandar nisto, depois de se manifestar com aquelas palavras, espero que coloque em prática o que disse. Eu explico! Quando o Sr. tiver necessidade em se deslocar, seja em serviço ou fora dele, vá no seu carro ou de transportes públicos. Os soldados patrulheiros quando são obrigados a deslocações em serviço, fazem-no nas próprias viaturas e nas horas que deveriam ser de descanso. Como vê, nos colocamos os interesses públicos e da instituição à frente dos nossos. Aponto os canhões lá para ostras coordenadas porque o nosso rabinho está mais que lambido.
Pergunte às nossas chefias, porque raio estamos nós tão atrasados relativamente às outras Forças Policiais, como por exemplo, ao nível de informações disponíveis informaticamente, para apoio às patrulhas no terreno?... Para quando um sistema que permita a troca de informações em bases de dados com as outras Policias e instituições? Tenha coragem e responsabilize quem comete erros compulsivamente, os incompetentes, etc.
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