segunda-feira, 21 de abril de 2008

AGUENTA CORAÇÃO


A sociedade secreta em que está transformado o Grupo Novo Roque organizou hoje pela tardinha, no Convento da Graça, uma passagem de modelos para mostrar o novo guarda roupa para a tournée de Verão.

Só para convidados especiais, cerca de 1251, que foram obrigados como nas festas chiques, a deixar os telemóveis e os rádios portáteis da rede 150 no plantão.

O Jacas, pela surra, lá conseguiu tirar um foto da Rosineide Furacão e da Rosângela Vulcão com os futuros uniformes, não sei se da UNNATRA ou da UNCOCOS, segmento feminino claro, pois para os machos acho que sempre se conseguem arranjar uns calçõezitos mais compridos...

Não consegui ouvir bem o que se dizia, pois as rolhas que saltavam das garrafas de champanhe da Anadia faziam um barulho do caraças, e os tchins-tchins com os Atlantis de Pequim eram ensurdecedores.

Ainda consegui convencer as donzelas da foto a engrossar (gira palavra esta), o contingente de 2000.000 de portugueses que brevemente irão concorrer para ocupar as vagas dos futuros 1100 geninhos que o nosso MAI gentilmente autorizou há duas ou três semanas.

Como as moças me confidenciram ter algumas dificuldades na prática de exercício físico, amanhã vamos entrar na fase de treino desta complicada matéria. Como podem reparar tenho bom coração!

Se andar uns dias desaparecido desta minha humilde casa não estranhem!

10 comentários:

Anónimo disse...

Jacas, não obstante nunca ter sido voluntário para nada, desde já me voluntario pra treinador adjunto das beldades, até tenho o curso do Instrutor de Educação Fisica, cuja chapa exibo orgulhosamente.

Já agora não sabia que a farda ia mudar, isto está mesmo transformado numa sociedade secreta, são influências "golistas" ou similares.

Assim, o fosso entre o pessoal do batente e a cúpula será cada vez maior, o que é muito mau para o espírito de corpo e para o sentimento de pertença à organização.

Não me alongo mais, como sempre estás de parabéns.

O Louco do Larouco.

Anónimo disse...

Pois é, o Zé antónio Tenente deve ter alguma cota com a instituição, por isso deve querer renovar toda a frota de indumentárias que por aí andam, da mais sofisticada (lá para os lados das Tojas) até à mais vulgar a começar pelo PT Cucujães. Espero que saiam de lá peças de arte que deêm para pendurar todas as chpas, placas, adesivos e tudo o mais que nos dias de hoje todo o militar que se preze ostenta. Eu pela minha parte apenas tenho um crachá, meio partido de uma Brigada meio extinta. Por falar nisso de extinguir, ouvi dizer que os macho latinos estão em vias de extinção, por isso camarada Jacas, acho que poucos leitorese irão entusiasmar com esses dois exemplares femininos que aí colocaste. Eu com a graça de Deus e de um ao outro produto natural cá me vou aguentando, de certeza que tu jacas tb não deixas os critérios por mãos alheias. Bem como estamos neste marasmo juridico resta-nos apenas "ir-nos a elas" (gajas claro está). PS Obrigado pela resposta no meu outro comentário, hoje vou assinar.

Unknown disse...

ó pá... só espero que não acabem com as botas altas e aquela "samarra" preta dos oficiais, porque senão muita gente vai ficar insatisfeita, e depois já não pedem andar de pinguelim!!!

Anónimo disse...

Acho que a "samarra" vai ser subsituída por uma verdadeira samarra alentejana, sendo obrigatória para para todas as categorias, tal como o capote alentejano.
Acho que nalguns o capote não tem espaço suficiente para chapas e medalhas.
Já agora parece que vem aí a caminho a "mitra mirandesa".

Anónimo disse...

Agora é que é de valentes.
Primeiro a mitra, depois serão proibidos os banhos.
Ah que saudades da Sierra Maestra.

Manuel Veiga disse...

ta tudo grosso, mesmo!!!!

abraços

Anónimo disse...

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA
Gabinete do Ministro
Louvor n.º 344/2008

Dando expressão pública ao reconhecimento que lhe é inteiramente
devido, louvo o Tenente — General Carlos Manuel Mourato Nunes,
pela excelência do seu desempenho profissional e pelas extraordinárias
qualidades e competências pessoais evidenciadas durante os últimos
cinco anos em que exerceu o alto e complexo cargo de Comandante-
Geral da Guarda Nacional Republicana.
Desempenhando funções sob tutela política dos três últimos Governos
Constitucionais, soube corresponder aos diferentes impulsos e
orientações da política de segurança interna com irrepreensível lealdade,
intransigente apego à defesa do interesse público e inalienável compromisso
com os valores do Estado e da Nação Portuguesa.
A sua brilhante carreira é o retrato fiel do Homem e Militar que,
desde jovem oficial combatente em teatros de guerra, até ao exercício
de relevantes cargos de comando e direcção em Instituições militares e
civis, sempre se conduziu pelos mais nobres princípios do serviço público
e de comprometimento com os ideais de liberdade e democracia,
fundamentos do nosso Estado de Direito Democrático, que ajudou a
construir e a consolidar.
Culmina o seu percurso militar como Comandante-Geral da Guarda,
instituição onde já havia servido, durante dois anos, como Chefe do Estado-
Maior, ficando indelevelmente ligado às profundas transformações
que nela se operaram na última década.
A lúcida, consequente e determinada liderança do Tenente-General
Mourato Nunes, em que se realça a sua aposta firme na valorização
da formação humana, científica e técnica do pessoal, conjugada com
a introdução do elemento tecnológico, projectaram a Guarda pelos
caminhos da modernidade, colocando-a, definitivamente, na linha da
frente do combate à insegurança e às grandes ameaças do mundo global,
alinhada e comprometida com os novos paradigmas e dimensões da
segurança interna.
A Guarda dos nossos dias, confiante e audaz nos seus propósitos, coesa
e disciplinada na sua organização, profissional, disponível, humana e
firme na sua acção, é a melhor representação da visão de um Comandante
que soube aproveitar, com extrema racionalidade, todo o potencial de
meios disponíveis e traduzir a sua extraordinária acção de comando
em resultados de invulgar mérito, ao nível do produto operacional e da
valorização institucional da Guarda Nacional Republicana.
A criação do Serviço de Investigação Criminal, a consolidação legal do
Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente, um projecto em que já
havia participado activamente como Chefe do Estado-Maior, a concepção
e implementação do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro, o
lançamento dos Núcleos Mulher e Menor, são apenas exemplos de uma
estratégia operacional orientada para a resolução dos problemas das
pessoas e em consonância com as novas dimensões da segurança interna.
Para além da estabilização da criminalidade participada, o seu exercício
do cargo de Comandante-Geral da Guarda fica indissociavelmente
ligado à descida dos mais importantes indicadores de criminalidade
violenta e grave e, mais relevante ainda, à redução, na ordem dos 40%,
da mortalidade e sinistralidade grave nas estradas portuguesas.
As suas qualidades pessoais e profissionais ficaram de sobremaneira
vincadas no plano internacional, no qual deu extraordinários contributos
para o engrandecimento da imagem de Portugal, das suas Forças de Segurança
e da Guarda Nacional Republicana. Dotado de especial sensibilidade
para a progressiva importância da cooperação policial e judiciária,
para uma segurança cada vez mais global e menos confinada às fronteiras
dos Estados, dotou a Guarda dos mecanismos e recursos ajustados a
esta nova dimensão da missão, criando condições para a afirmação da
Instituição extramuros, tanto no âmbito da gestão civil de crises, como
na esfera da cooperação policial europeia e internacional.
Interpretando correctamente as orientações da Tutela política, o Tenente-
General Mourato Nunes, soube afirmar a Guarda como instituição
de referência, no âmbito da cooperação policial e de segurança internacionais.
Foi sob o seu Comando que Portugal, através da Guarda, contribuiu,
de forma decisiva, para garantir a sobrevivência do Estado de Direito
em Timor-Leste, durante a última crise institucional e política, tendo,
neste caso, demonstrado uma capacidade de reacção rápida notável e sem
paralelo na história das missões internacionais de paz, materializada na
chegada da Força a território Timorense escassos dias após a tomada da
decisão política de projecção de uma Força nacional para aquele País.
A par do aprofundamento da cooperação técnica com o mundo lusófono,
no plano estritamente europeu, soube o Tenente-General Mourato
Nunes antever a importância e as potencialidades de um novo
instrumento nascido de uma velha ambição das Forças de Segurança
de natureza militar da Europa: a criação de uma Força comum, capaz
de dar resposta policial rápida às necessidades da União Europeia e
de outras Organizações internacionais, em matéria de gestão civil de
crises, e, simultaneamente, capaz de actuar tanto sob Comando militar
como sob Comando civil e particularmente ajustada a intervenções em
cenários de elevados instabilidade e risco.
Foi assim que nasceu a Força de Gendarmerie Europeia (EUROGENDFOR),
com a Guarda, impulsionada pelo seu Comandante-Geral, a
assumir um papel central em todo o processo, contribuindo de forma
marcante para o sucesso da iniciativa, que teve os seus momentos mais
marcantes no final de 2007, com a assinatura do Tratado da EUROGENDFOR
e com o início da primeira missão na Bósnia-Herzegovina, no
âmbito da Operação ALTHEA.
Como corolário da sua participação no Comité Interministerial de
Alto Nível (CIMIN) da EUROGENDFOR, onde tão dignamente representou
o Ministério da Administração Interna, o Tenente-General
Mourato Nunes assumiu, no início de 2008, a Presidência deste Órgão,
responsável pela tomada de decisão, bem como pelo controlo político
e direcção estratégica da Força de Gendarmerie Europeia, cargo que
desempenhou com o mais elevado mérito e onde as suas especiais
capacidades de iniciativa e de negociação político-militar permitiram
encontrar os consensos necessários para desbloquear alguns dossiês
complexos e dar passos decisivos para a afirmação da Força, enquanto
instrumento de excelência, ao serviço da paz no Mundo, em geral, e da
política europeia de segurança e defesa, em particular.
Ainda no plano internacional, cumpre enaltecer a forma notável
como presidiu à Task Force Europeia de Chefes de Polícia, durante a
Presidência Portuguesa do Conselho da União Europeia, no segundo
semestre de 2007, tendo a sua acção recolhido o elogio unânime dos
Comandantes, Directores e Chefes das Polícias da União Europeia e
dos Responsáveis máximos da Europol, das Instituições europeias e de
outras Organizações participantes das reuniões deste importante Órgão,
no âmbito da arquitectura de segurança da União Europeia.
Chamado a conduzir processos de elevada sensibilidade, no âmbito
do III Pilar, a maioria dos quais relativos à prevenção e combate à
criminalidade organizada e ao terrorismo, numa dimensão europeia e
internacional, fê-lo com excepcional mestria, inteligência e bom senso,
permitindo, através de árduos e difíceis processos negociais, que se alcançassem
inúmeros êxitos e progressos, que terão necessariamente reflexos
evidentes e relevantes na segurança da Europa e dos seus cidadãos. Fruto
da sua acção, tanto no plano da negociação e condução das reuniões,
como no plano organizacional, Portugal saiu altamente prestigiado e as
suas Forças de Segurança especialmente credibilizadas no plano europeu.
O mérito das realizações e a excelência dos contributos assinalados
mostram a superior clarividência estratégica e o eclectismo das competências
e saberes científicos e técnicos, justamente reconhecidos
ao Tenente-General Mourato Nunes e altamente valorizados pela sua
invulgar aptidão para o exercício das tarefas de comando, direcção e
chefia, exemplarmente expressa na forma notável como soube conduzir
a Guarda e preservar um clima de confiança, coesão e disciplina entre os
seus militares, durante os sensíveis e complexos processos de reforma
da administração pública, de reorganização territorial e de discussão e
aprovação da nova Lei que estabelece a orgânica da Guarda.
Ao terminar a sua vida militar activa, para além da excelência dos
resultados operacionais, da inteligência, sagacidade e visão estratégica,
das invulgares capacidades de liderança e do irrepreensível sentido de
Estado e de apego ao serviço da causa pública, amplamente demonstrados
no exercício do cargo de Comandante-Geral da Guarda, é imperativo
enaltecer a sua serenidade e presença de espírito, mesmo nas situações
mais críticas, enquanto expressão visível de uma personalidade moldada
pela coragem moral, pela incondicional disponibilidade, pelo espírito de
sacrifício e rara abnegação, pela disciplina e inquebrantável lealdade,
princípios, valores e qualidades inscritos em cada um dos seus actos e
em todos os degraus do seu percurso humano e profissional.
Por tudo isto, o Tenente-General Carlos Manuel Mourato Nunes
referencia-se como ilustre servidor do seu País, sendo credor de que
os serviços por si prestados sejam qualificados como extraordinariamente
importantes e distintíssimos, por deles haver resultado honra e
lustre para a Guarda Nacional Republicana e para Portugal. É-lhe, pois,
plenamente devido o reconhecimento das suas elevadas qualidades e
mérito profissionais e pessoais que este público louvor expressa, em
meu nome e do Governo.
12 de Abril de 2008. — O Ministro da Administração Interna, Rui
Carlos Pereira.

Anónimo disse...

alguem pode dizer a esta humilde novato, onde posso ler os comentarios sobre oo lados do conventus??
é k o imperador de lá... é pa, si tanto sobre ele, que gostava de partinhar!
eu xamo imperador, mas se ele já tem outro nome avisem... abraço

Anónimo disse...

O Jacarezinho, a rede 150 já foi descontinuada! Andas na Lua (habitual dentro da tua manada!)

O Jacaré 007 disse...

AngKor,
o teu comentário foi um bocado assassino!
Ou deverei dizer asinino?