
quinta-feira, 10 de abril de 2008
terça-feira, 8 de abril de 2008
ESTE RAPAZ É UMA MÁQUINA!!!!

Com a devida vénia quero apresentar-vos um texto de um rapaz com muito jeito para a escrita... e para outras coisas também!
A continuar assim, um dia ainda chega a Director Nacional de qualquer coisa!
Se não conseguirem adivinhar de quem copiei isto amanhã ou depois digo-vos!
Vá, bora lá aliviar o "stresse" que as portarias estão para aí a rebentar não tarda nada!
"Os problemas dos clientes do IKEA começam no nome da loja. Diz-se «Iqueia» ou «I quê à»? E é «o» IKEA ou «a» IKEA»? São ambiguidades que me deixam indisposto. Não saber a pronúncia correcta do nome da loja em que me encontro inquieta-me. E desconhecer o género a que pertence gera em mim uma insegurança que me inferioriza perante os funcionários. Receio que eles percebam, pelo meu comportamento, que julgo estar no «I quê à», quando, para eles, é evidente que estou na «Iqueia».
As dificuldades, porém, não são apenas semânticas mas também conceptuais. Toda a gente está convencida de que o IKEA vende móveis baratos, o que não é exactamente verdadeiro. O IKEA vende pilhas de tábuas e molhos de parafusos que, se tudo correr bem e Deus ajudar, depois de algum esforço hão-de transformar-se em móveis baratos. É uma espécie de Lego para adultos. Não digo que os móveis do IKEA não sejam baratos. O que digo é que não são móveis. Na altura em que os compramos, são um puzzle. A questão, portanto, é saber se o IKEA vende móveis baratos ou puzzles caros. Há dias, comprei no IKEA um móvel chamado Besta. Achei que combinava bem com a minha personalidade. Todo o material de que eu precisava e que tinha de levar até à caixa de pagamento pesava seiscentos quilos. Percebi melhor o nome do móvel. É preciso vir ao IKEA com uma besta de carga para carregar a tralha toda até à registadora. Este é um dos meus conselhos aos clientes do IKEA: não vá para lá sem duas ou três mulas. Eu alombei com a meia tonelada. O que poupei nos móveis, gastei no ortopedista. Neste momento, tenho doze estantes e três hérnias.
É claro que há aspectos positivos: as tábuas já vêm cortadas, o que é melhor do que nada. O IKEA não obriga os clientes a irem para a floresta cortar as árvores, embora por vezes se sinta que não faltará muito para que isso aconteça. Num futuro próximo, é possível que, ao comprar um móvel, o cliente receba um machado, um serrote e um mapa de determinado bosque na Suécia onde o IKEA tem dois ou três carvalhos debaixo de olho que considera terem potencial para se transformarem numa mesa-de-cabeceira engraçada.
Por outro lado, há problemas de solução difícil. Os móveis que comprei chegaram a casa em duas vezes. A equipa que trouxe a primeira parte já não estava lá para montar a segunda, e a equipa que trouxe a segunda recusou-se a mexer no trabalho que tinha sido iniciado pela primeira. Resultado: o cliente pagou dois transportes e duas montagens e ficou com um móvel incompleto. Se fosse um cliente qualquer, eu não me importaria. Mas como sou eu, aborrece-me um bocadinho. Numa loja que vende tudo às peças (que, por acaso, até encaixam bem umas nas outras) acaba por ser irónico que o serviço de transporte não encaixe bem no serviço de montagem. Idiossincrasias do comércio moderno.
Que fazer, então? Cada cliente terá o seu modo de reagir. O meu é este: para a próxima, pago com um cheque todo cortado aos bocadinhos e junto um rolo de fita gomada e um livro de instruções. Entrego metade dos confetti num dia e a outra metade no outro. E os suecos que montem tudo, se quiserem receber."
domingo, 6 de abril de 2008
sexta-feira, 4 de abril de 2008
ENCOSTA A CABEÇA NO MEU OMBRO E CHORA

"A Guarda Nacional Republicana (GNR) anunciou ontem a «extinção» do Regimento de Cavalaria e revelou a integração daqueles militares nas unidades de Segurança e Honras de Estado e de Intervenção, durante as comemorações do 86 aniversário daquela Unidade.
Durante as últimas comemorações de aniversário daquele regimento, que decorreram ontem no quartel da Ajuda, o general comandante da Guarda, Mourato Nunes, declarou que o «sentimento de perda e extinção, bem como a dúvida e ansiedade em relação ao futuro», pelos militares da GNR, serão resolvidos em breve.
Num discurso de «quase despedida», o comandante da GNR anunciou que a nova lei orgânica será «esclarecida a curto prazo» e incentivou os efectivos do regimento «a continuar o excelente trabalho junto das populações», com uma «contribuição notável para a manutenção da segurança interna do país».
O desfile das forças em parada foi iniciado pela Guarda Presidencial, seguido por quase uma centena de cavalos a trote em cortejo e com a Charanga da GNR à frente, a prestar honras militares aos presentes.
O evoluir da mostra das forças militares em parada passou para o serviço de apoio aos turistas «Tourist Patrol» onde os militares desfilaram em bicicleta, que a pedalar em frente à tribuna, prestaram honras de continência de perto seguidos por um esquadrão de cerca de meia centena de motos de grande cilindrada.
A mostra continuou com a exibição de 18 motos que efectuaram cruzamentos a grande velocidade e provaram ser possível uma mota suportar mais de uma dezena de homens em cima, com figuras acrobáticas dos elementos transportados.
A cabo Lurdes Gonçalves, a única mulher do Carrossel Moto, disse à Lusa que fazia o que gostava não «tendo qualquer reclamação dos restantes homens» que compõem aquela unidade «nestas aventuras» a altas velocidades.
A festa da GNR terminou com apresentação final de 10 cavalos «Russos Puro-sangue Lusitano» que desfilaram com figuras de «alta escola equestre» e com provas sincronizadas ao som de música clássica."
Durante as últimas comemorações de aniversário daquele regimento, que decorreram ontem no quartel da Ajuda, o general comandante da Guarda, Mourato Nunes, declarou que o «sentimento de perda e extinção, bem como a dúvida e ansiedade em relação ao futuro», pelos militares da GNR, serão resolvidos em breve.
Num discurso de «quase despedida», o comandante da GNR anunciou que a nova lei orgânica será «esclarecida a curto prazo» e incentivou os efectivos do regimento «a continuar o excelente trabalho junto das populações», com uma «contribuição notável para a manutenção da segurança interna do país».
O desfile das forças em parada foi iniciado pela Guarda Presidencial, seguido por quase uma centena de cavalos a trote em cortejo e com a Charanga da GNR à frente, a prestar honras militares aos presentes.
O evoluir da mostra das forças militares em parada passou para o serviço de apoio aos turistas «Tourist Patrol» onde os militares desfilaram em bicicleta, que a pedalar em frente à tribuna, prestaram honras de continência de perto seguidos por um esquadrão de cerca de meia centena de motos de grande cilindrada.
A mostra continuou com a exibição de 18 motos que efectuaram cruzamentos a grande velocidade e provaram ser possível uma mota suportar mais de uma dezena de homens em cima, com figuras acrobáticas dos elementos transportados.
A cabo Lurdes Gonçalves, a única mulher do Carrossel Moto, disse à Lusa que fazia o que gostava não «tendo qualquer reclamação dos restantes homens» que compõem aquela unidade «nestas aventuras» a altas velocidades.
A festa da GNR terminou com apresentação final de 10 cavalos «Russos Puro-sangue Lusitano» que desfilaram com figuras de «alta escola equestre» e com provas sincronizadas ao som de música clássica."
- Agência LUSA -
GAITA, AINDA NÃO FOI DESTA!!!

Os funcionários públicos vão poder trabalhar até mais 15 horas por semana ou três horas por dia, mediante acordo colectivo. Esta é uma das medidas que integram a proposta de lei do Governo sobre o novo Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas (RCTFP) a que o Diário Económico teve acesso e que prevê a adaptabilidade dos horários para os trabalhadores do Estado.O documento, que prevê uma aproximação do contrato de trabalho da função pública ao Código do Trabalho (sector privado) deverá ser entregue hoje às três estruturas sindicais da função pública, para começar a ser negociado em breve, podendo vir ainda a sofrer alterações.
Quando o novo contrato de trabalho entrar em vigor - o que deverá acontecer no segundo semestre do ano - a grande maioria dos funcionários públicos irá assim mudar de vínculo laboral. Apenas mantêm o actual vínculo de nomeação (vitalício) os trabalhadores com funções de soberania, que são uma minoria, ou seja, militares, segurança pública, investigação, representação externa do Estado, informações de segurança e investigação criminal.No essencial, os actuais funcionários mantêm os seus direitos, nomeadamente quanto às causas de cessação dos contratos (despedimentos), mas há várias coisas que vão mudar, já que a ideia é aproximar o modelo de emprego do Estado ao Código do Trabalho.Assim, passará a ser possível negociar várias matérias com o empregador, como é o caso dos horários de trabalho.
Na proposta, o Governo mantém as actuais 35 horas semanais (sete por dia) como regra, mas estabelece a adaptabilidade dos horários. Significa que, por negociação colectiva (entre empregador e representantes dos trabalhadores), o período normal de trabalho possa ser definido “em termos médios”. No entanto, o horário nunca poderá exceder um aumento de três horas por dia ou 50 horas semanais. E, em média, o período normal de trabalho não poderá exceder 45 horas semanais, num período de dois meses.
Quanto à duração média do trabalho num período de 12 meses, a proposta prevê que os horários dos funcionários públicos não possam exceder as 42 horas semanais.O diploma estabelece que todas as alterações dos horários de trabalho devem ser precedidas de consulta aos trabalhadores afectados, à comissão de trabalhadores ou associações sindicais.Por acordo colectivo, pode ainda ser estabelecida a prestação de trabalho durante seis horas consecutivas e o intervalo diário de descanso (hora de almoço) ser reduzido ou mesmo excluído. Por outro lado, poderá ficar acordado um período de descanso superior ao previsto na lei - não inferior a uma hora nem superior a duas horas.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
A VERNISSAGE!!!!

O Mundo tem cada coisa! Não acredito que tenha sido só por causa da queda do muro de Berlim que coisas destas possam hoje acontecer!
Há mais ou menos 25 anos, a "inteligentzia" reinante na GNR, queria meter o Rui Reininho e "sus muchachos" na pildra, por eles supostamente terem usurpado uma sigla que já há cerca de cem anos andava a rodar na praça.
No próximo dia 18 de Abril os GNR´s vão tocar todos juntos, os do rock vanguardista e os da secular banda sinfónica, num concerto a realizar no Pavilhão Atlântico. Eu, que embora sendo jacaré e tenha de voar baixinho, por motivos morfológicos claro, fico contente pela realização do futuro evento.
De acordo com o que fui lendo nos jornais, os responsáveis pela coisa terão sido o Lima, o Montezo e o Reininho, tudo pessoal arejado e sem macaquinhos no sotão.
Cá pelo burgo, de vez em quando, somos "convidados" a assistir gratuitamente a alguns espectáculos musicais e outros, mas parece que desta vez népia!!! Só mesmo a pagar!
E, eh pá maestro!, por 30 euros que é preço do melhor lugar, para dia 18 no Atlântico, hoje em dia já se consegue ir de Lisboa a Barcelona e voltar, naqueles aviões de baixo custo e qualidade duvidosa. E eu depois de ver há três dias aquele choradinho dos polícias à CC Queiroz da TVI é que fiquei a perceber como também ganho pouco!
Mas prontos meu, lá tenho de levar o cartão de crédito à FNAC, e comprar dois em pé, um para mim e outro para a minha ninfa porque não posso perder a "vernissage"!
Só espero que a noite valha o guito e o escalador me ajude!
terça-feira, 1 de abril de 2008
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