terça-feira, 12 de outubro de 2010

DEUS NOS VALHA


Aqui há uns anos, talvez para expiação de algum pecado, um actual quadro superior da Distinta Instituição foi nomeado para "tentar descobrir" quantos modelos oficiais de documentos existiam.


Depois de muito contar ficou-se por um pouco mais de mil.


Não deve andar muito longe deste número, a quantidade de Dias da Unidade que hoje se celebram nos três ramos, no quarto, no quinto, na na PSP, na GP and so one.


Nem a imagino a quantidade de dinheiro e tempo perdido que aqui se gasta. Para quê?


Para aumentar o espírito de corpo dizem uns. Porque se interage com as populações onde se realiza a festarola.


Não brinquemos com coisas sérias!


Brevemente vai haver mais outra cerimónia. Nesta altura de crise bem que se podia começar por aí, senão temos de fazer como a PSP e começar a meter tijolos no autoclismo para diminuir o caudal.


Que país este!

5 comentários:

Anónimo disse...

Ouvi dizer que essa coisa dos tijolos no autoclismo, não são exclusivo da PSP, Jacaré... Atenção às especifidades de planos de austeridade de determinados COMTER...

Anónimo disse...

Petição para a discussão em sede parlamentar de medidas de redução da despesa pública

Assine aqui: http://www.peticaopublica.com/?pi=P2010N3158


Para: Assembleia da República, Presidente da Assembleia da República

Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República, Dr. Jaime Gama,

Vimos pela presente, pedir a discussão urgente das seguintes medidas de redução da despesa pública em sede parlamentar.

Esta petição conta com uma lista com medidas reais que vão permitir ao Estado Português poupar milhões de euros anualmente e foi realizada por um grupo de cidadãos Portugueses que apenas têm em comum estarem preocupados com a situação real do país e quererem contribuir para a resolução de um problema que a todos nos afecta e que pertencem a vários sectores da sociedade civil não devendo ser conotada com nenhuma força política.

Lista de Medidas a serem apresentadas para discussão.

1. Redução de todos os ordenados de cargos políticos para o máximo de dois ordenados mínimos nacionais.

2. Suspensão imediata do subsídio de reintegração de ex-deputados.

3. Venda das viaturas excedentes do Estado.

4. Suspensão imediata de todas as reformas com cargos políticos que as acumulem com outras reformas.

5. Revisão – anulação quando assim se justifique – de todas as PPP (Parcerias Público-Privadas).

6. Suspensão imediata dos cartões de crédito dos gestores de empresas públicas ou revisão dos limites dos mesmos para um ordenado mínimo nacional.

7. Suspensão do subsídio de deslocação de todos os deputados.

8. Proibição de viajar em primeira classe para todos os detentores de cargos públicos - com a opção de que se o fizerem paguem de imediato o excedente ao Estado.

9. Eliminar os Governos Civis.

10. Eliminar a atribuição de motoristas (com excepção para o Presidente da República, Primeiro-Ministro, Presidente da Assembleia da República e Presidente do Supremo Tribunal de Justiça).

11. Suspender definitivamente o pagamento de indemnizações compensatórias à RTP.

12. Cortar em 50% as despesas com gabinetes de advogados.

13. Cortar em 50% as despesas com gabinetes de estudo.

14. Gestão eficaz do património do Estado.

15. Controlo dos horários de trabalho praticados na Saúde e na Educação.

16. Criar um sistema de desempenho eficaz para toda a Função Pública, aplicando as melhores práticas do sector privado.

17. Privatização imediata da TAP e da RTP.

18. Extinção das Fundações sem objecto útil e concreto.

19. Redução das despesas feitas em almoços e jantares oficiais em 60%.

20. Revisão do Código do IVA para que não permita injustiças fiscais.

21. Reavaliar a função dos 640 Institutos públicos existentes para posterior eliminação dos que não prestam, de facto, qualquer serviço público.

22. Suspensão imediata das obras públicas de grande envergadura (TGV, Aeroporto de Lisboa).

23. Eliminação do 13º e 14º mês para toda a classe política.

24. Eliminação em 70% do número de assessores políticos pagos pelo Estado Português.

25. Fim dos subsídios atribuídos a Fundações privadas.

26. Limitação das reformas do Estado ao mínimo de 70% do salário médio aferido nos últimos 5 anos e a um máximo de €3000 com efeitos imediatos.

27. Proibição total de alterações de design ou estilo aos logotipos, anúncios, bandeiras, Estacionários e outros em todos os institutos públicos, ministérios ou qualquer outra entidade gerida pelo estado.

28. Revisão de todos os alugueres pagos pelo Estado para ocupar edifícios no centro de Lisboa com institutos, Comissões, Gabinetes e outros organismos do Estado.

29. Proibição imediata de qualquer ajuste directo do Estado sem a aprovação do respectivo Ministro da Tutela.

30. Proibição de gastos com festas de aniversário, Natal e outras pelos organismos do Estado.

31. Revisão dos custos e eliminação de todos os que envolvam a edição de sites de Organismos do estado por entidades externas.

32. Revisão das clausulas estatutárias dos organismos do estado que obrigam ao pagamento de mais de um ano de indemnização de Administradores.

Anónimo disse...

Pois... mas uma coisa é um despacho brasonado para 22000 cidadãos e outra é um despacho miliciano que teve sorte na vida, para 300 ou 400 rurais.

Anónimo disse...

Jacaré tenho que agradecer por me dares motivos para sorrir, mesmo estanto a 300 e muitos quilometros de casa, os teus post's vão-me animando e actualizando com notícias da capital....por aqui não há austeridade, já não havia nada, por isso não sei onde vão cortar, mas confesso que a ideia do tijolo não é má, mas parece-me que uma garrafa de 1,5lts serve, pesa menos e não se corre o risco do tijolo danificar o reservatório da água.Gostei do comentário das 20H10, "despacho brasonado"......deve ser do mesmo que os põe a apanhar a água da chuva com um balde....olha podiam aproveitar e metiam essa água no autoclismo....por último, os curso vão mesmo à vida ou vamos ter mais 900 marmelos, em que 200 vão p/o GIPS, 100 GIOP, 150 USHE, 50 Transm.100 cavalaria e depois sobra uma pequena parte para ainda dividir e mandar para os do barrete branco, lanchas, cozinhas, motoristas, etc.....por estas bandas isto tã mau....Um abraço, continua assim, "Ninguém te cala"

Anónimo disse...

Arame gasto com o GIPS já anda perto dos 20 milhões de euros, sim, vinte milhões.