segunda-feira, 30 de junho de 2008

VOCÊS SABEM O QUE É PEDAGOGIA?


Os profissionais das forças e serviços de segurança decidiram hoje realizar várias acções de protesto, que poderão passar por uma manifestação e por uma greve, caso até Setembro o Governo não aceda às suas principais reivindicações.
A Comissão Coordenadora Permanente (CCP) das Forças e Serviços de Segurança, que integra profissionais da PSP, GNR, Polícia Marítima, Serviços de Estrangeiros e Fronteiras e Guarda Prisional, reuniu-se hoje em Lisboa para analisar a "actual situação", que consideram "gravosa", e exigiram ao Governo "uma clara" definição sobre o que pretende para este sector.
No final da reunião, Jorge Alves, porta-voz da CCP, disse aos jornalistas que em Setembro será feito um ponto da situação quanto às reivindicações e em função dessa avaliação poderão partir para várias acções de protesto.
Uma manifestação, a realização de uma greve por parte do SEF e dos guardas prisionais (únicas entidades policiais naquela estrutura que podem fazer greve) e acções pedagógicas junto dos cidadãos são algumas formas de luta que estão em cima da mesa, adiantou.
"Não podemos definir uma posição de não à multa, mas podemos exercer pressão junto dos cidadãos", sublinhou Jorge Alves, explicando que as acções pedagógicas passam por aconselhar os cidadãos para aquilo que devem ou não fazer.
Segundo o porta-voz, passar uma multa tem "uma vertente economicista", mas os profissionais das forças de segurança poderão optar por acções preventivas e pedagógicas.

sábado, 28 de junho de 2008

A GOVERNADORA É DANADA PARA A BRINCADEIRA


A senhora de rosa que se vislumbra na fotografia acima é danada para a brincadeira!

E não digo isto pela boa disposição que demonstra no dia do casamento do seu André. Não, nada disso.

Ontem à noite os seguidores algarvios do primeiro ministro com o nariz mais sexy da rua dele fizeram um petisco no Pavilhão Arena, em Portimão. Uns carapaus alimados e umas sardinhas assadas, parece, que o tempo é de crise.

Quando o moço que tem muitas semelhanças com o filho de pau do Gepetto, já andava ali para a zona de Albufeira, alguém muito brincalhão disparou uma quantidade desconhecida de tiros de calibre 7,65 na direcção do Arena, quando ainda se encontravam no seu interior cerca de 300 xuxialistas.

A senhora D. Isilda, a senhora da foto, (a menina é a nora), que hoje está Governadora dos Algarves, terá dito que os disparos se trataram de uma brincadeira de mau gosto, de uns pintas que andam lá pela mourama a fazer tiro ao alvo com os sinais de trânsito. E logo com armas de calibre 7,65, que são armas de calibre policial e interditas à populaça civil.

Para brincadeira não está mal não senhor! Quem não deve ter achado grande piada foram os 40 gajos da PJ que andaram por lá até às tantas, a indagar, sem ganharem horas extraordinárias como é óbvio, porque isto de servir a Pátria tem que se lhe diga!

Quem também não achou muita piada foi o rapaz Sócrates, que já de si tem mau feitio, mas ontem ainda estava pior, depois de ver a Manela a chamar-lhe tudo menos José Eduardo Moniz, no telejornal de ontem. Ainda por cima, ainda viu a vovó PSD a apenas 2 pontos e o rapaz da esquerda salmão todo Alegre, já nos 13 pontos!

A vida parece que está complicada para o menino de ouro do PS!

Será que, com tantos e tão bons aceçores, (não, não são assessores), ainda ninguém lhe explicou o que é um menino de ouro?

O melhor é ele perguntar à Ana Anes ou ao Sá Leão que eles explicam! Eu do alto da minha sapiência também o poderia fazer, mas sou um moço muito tímido.

terça-feira, 24 de junho de 2008

ESQUECERAM-SE DE AVISAR OS BRIGADEIROS


Vivemos num país que é uma desgraça. O Governo deprime-nos, a selecção decepciona-nos, o Cristiano Ronaldo faz-nos morrer de inveja, mas mesmo assim, ainda andam por aí uns rapazes que nos querem matar de tanto nos fazerem rir. Vejam só esta pérola:

Uma patrulha da BT da GNR barrou ontem o acesso à cidade de Serpa, depois do alerta de um sequestro à porta de um banco local. A operação seria um sucesso - com o carro suspeito interceptado sem tiros nem incidentes - não fossem os alegados sequestradores três elementos da NATO, em pleno exercício.

A patrulha terá sido alertada por populares. Há dias um assalto à mão armada aos Correios da cidade deixou os habitantes em pânico. Ontem, assim que alguns viram uma mulher ser levada por três homens armados, à porta da Caixa Agrícola, telefonaram logo para a GNR. A patrulha entrou em acção e bloqueou o acesso à cidade. Mal o carro suspeito se aproximou, recebeu ordem de paragem. Lá de dentro saíram três homens que, estupefactos, se identificaram como elementos da NATO.

Afinal o sequestro era apenas um dos treinos do exercício "Unified Blade", que este ano decorre em Portugal. Acho que tudo se resolveu em minutos.

O célebre exercício tem a participação da GNR, PSP e Forças Armadas e inclui situações de crime organizado e terrorismo. Aqueles brigadeiros é que desconheciam o que se estava a passar.

Parece que os civis de Serpa também não sabiam! Nem sei como não desataram aos tiros!

domingo, 22 de junho de 2008

AI ESTES BANDIDOS E ESTES JUÍZES!!!


Dois jovens de 19 anos foram interceptados e detidos ontem de madrugada, na zona do Cacém, depois de roubarem um automóvel e agredirem a sua condutora.

O carjacking aconteceu às 3h40 na estrada da Malveira da Serra (Cascais). Uma mulher de 49 anos foi abordada pelos dois jovens, que a retiraram do carro e a agrediram, fugindo a dupla de assaltantes no automóvel roubado. O carro foi detectado pela PSP, poucos minutos mais tarde, quando circulava no IC 19, na zona de Sintra. Após uma perseguição a alta velocidade, que durou cerca de 10 minutos, o automóvel entrou no Cacém, onde foi interceptado numa rua sem saída depois de se ter despistado.

Os dois homens foram presentes no tribunal de CASCAIS que determinou apresentações s e m a n a i s na esquadra.

terça-feira, 17 de junho de 2008

E ATÉ TEM A VOZ DOCE

Finalmente uma peça de jeito publicada no Expresso de 13 de Junho de 2008:

"Irina Lopes é a melhor aluna do curso de oficiais da GNR da Academia Militar, numa arma masculina por excelência, a de Infantaria. Tem média de 14,1. É a primeira vez que tal acontece. É a voz de comando no feminino. “Nada me assusta. Sei exactamente o que me espera nas ruas. Quando me alistei sabia isso”. O tom doce da voz contrasta com a determinação nas palavras. Irina, 26 anos, 1,61 metros, 55 quilos, surpreende num mundo de cabelos cortados à escovinha e botas grossas.
A voz de comando sai-lhe suave mas ao mesmo tempo firme o suficiente para fazer os 26 colegas de curso girarem sobre as botas, empunharem as espadas e alinharem os corpos hirtos na formação. Irina verifica se está tudo como mandam as regras. Da varanda das instalações de comando, Irina e a sua “tropa” estão a ser apreciados pelo comandante e segundo comandante da Escola Prática da GNR, em Queluz, onde a turma está a completar o último ano do curso. O general Carlos Chaves e o coronel Rui Pereira são da “velha” guarda mas disfarçam impulsos incómodos. “As mulheres vieram humanizar as instituições e não são foco de perturbação”, afiança o general que lhes atribui “um poder de concentração mais elevado e maior sensibilidade que os homens”.
A coreografia da marcha dos colegas ainda não está com a precisão que Irina quer e ordena mais uma volta na parada. Os comandantes apoiam. A aspirante sabe o que vale e que os colegas de curso a respeitam. “Somos como irmãos”, assente o aspirante Lemos Ferreira, “até nos esquecemos que é mulher. É camarada como outro qualquer”. Irina jura que não sente “gozo” especial pelo facto de ser a melhor num mundo de homens, onde são raras, ainda, as mulheres a comandar: há 21 oficiais na GNR, não chegando a 3% dos oficiais (703).
“O desafio é comigo mesma. Eu defino as minhas metas. Sou exigente. Independentemente de ser a melhor”, assevera. Irina nasceu em Torres Novas e é a mais velha de três irmãos. O gosto pelas artes trá-la para o liceu António Arroio, em Lisboa, onde completou o secundário.
Mas o desafio da carreira militar começou a invadi-la ainda na adolescência. Quando terminou o 12º ano candidatou-se ao Exército e esteve três anos em Engenharia Militar, em Santa Margarida. Findo o contrato nem “hesitou” em concorrer à Academia Militar. Tinha 21 anos. E escolheu a mais dura das armas, Infantaria. “Sabia que assim tinha mais hipóteses de escolha no terreno, ao longo da carreira”, reconhece. “Comandar um destacamento territorial” está na mira. Imagina-se, sem receio, a “comandar um pelotão em Timor, ou noutra missão internacional”. A futura oficial da guarda teve uma recente experiência de comando, no âmbito do curso onde comandou um pelotão de 7 mulheres e 23 homens.
O risco não a faz hesitar. “Hoje em dia qual é a profissão que não envolve risco, ainda que mínimo?”, questiona. “Veja-se a educação, com os casos de professores agredidos. Mas estou consciente que a minha profissão envolve algum risco e tenho de saber lidar com ele e avaliá-lo de forma a saber lidar com ele”.
Irina já provou que intelectualmente é a melhor. Nos exercícios físicos está ao nível dos homens. No tiro, em que, segundo o instrutor, “as mulheres são, por norma, melhores que os homens”, Irina não foge à regra. Com as unhas impecavelmente arranjadas pega na pistola e dispara 10 tiros para as pernas do alvo. Só falha um. Irina está a preparar o trabalho de final de curso. O tema nem surpreende: ‘As mulheres na GNR’. “Apesar de ter havido alguma resistência inicial à entrada das mulheres, isso está a dissipar-se. Esta nova geração de mulheres da Academia é uma lufada de ar fresco para a Guarda”. Irina teve mais sorte que uma camarada de Infantaria, mas do Exército, igualmente melhor aluna do curso, mas que não resistiu a uma “praxe” violenta, conforme noticiou o Expresso no ano passado. Acabou por desistir.
Irina promete que está “para durar”. Pede licença para destroçar. Faz a continência, rodopia e marcha para fora da parada".

sexta-feira, 13 de junho de 2008

O TRATADO


Hoje o primeiro ministro com nariz de pinóquio sofreu um sobressalto! O people lá da Irlanda borrifou-se no Tratado.

Sinceramente nem sei se o tal tratado é bom ou é mau, simplesmente sou daqueles que pensam que o pessoal deveria ter tido a possibilidade de votar contra ou a favor. Como não nos foi permitido, os Irlandeses votaram por nós. E pregaram uma profunda dor de cabeça nos políticos manhosos que nos desgovernam.

Achei piada ao baixote que manda na França, que tem um nome esquisito e uma mulher boa como o milho, que vem agora dizer que já teve trinta amantes (não me importava de ser o 31.º), que logo que soube do desastre anunciou que ia reunir com a feiosa da Alemanha para ver o que fazer. No entanto, presentemente, o presidente da União Europeia até é um burocrata da Eslovénia. O que eles ligam uns aos outros.

Hoje vou até às docas beber um Irish. Ou dois, que ontem as sardinhas de Alfama não me caíram muito bem. Ou teriam sido as imperiais?