
Ainda me lembro perfeitamente do meu equipamento quando era puto, e, de como tinha orgulho no bibe azul claro que envergava para entrar no colégio mais ou menos fino que frequentava.
Nessa altura, ainda a D. Branca não me tinha esmifrado quase toda a herança, e ainda vivia como um pequeno lorde, rodeado de quase todas as comodidades.
Mais tarde, já no colégio interno, dos duros, ali para os lados de Tomar, o bibe deu lugar ao uniforme, que mais parecia o dos Irmãos Metralha! Até número tinha! Não cambada, não estive no presídio, gaita! Foi mesmo no colégio interno!
Mais tarde, a farda republicana, tomou conta do meu belo corpo de Adónis, ainda no tempo da camisa verde e das calças e do dolman daquela cor indefinida, e hoje tanto na moda! Como se chamaria o tecido? Sarja? Talvez…. Belos tempos!!!!
Mais tarde uns animais pensantes mudaram a roupagem ao povo para azul, porque a outra cor era muito violenta e podia aleijar aquela gente dos bairros sociais! Coisas de doutores claro!
Uma Instituição que se quer militar deve conseguir andar dissimulada entre os bandidos ou adversários que combate. Os americanos perceberam isto no Vietname e no Koweit. Adaptaram o camuflado ao estilo camaleão. Por cá, por alturas de 1993 o Governo de Portugal, pessoal com ideias fez o mesmo às forças policiais. Tudo disfarçado! Para não dar nas vistas. Talvez por causa da Amnistia Internacional.
Vem tudo isto a talhe de foice, ao ver o que se observa hoje nas forças policiais, municipais, desportivas, nos “almeidas” e nos “trolhas”…. Anda tudo de bibe!!!!!
Uns mais bonitos, outros mais feios, mas a palavra de ordem é a de vestir de verde alface quer de noite quer de dia. Dizem os inteligentes autores da coisa, que é por uma questão de visibilidade. Se é assim porque raio não se mudam as cores dos uniformes? Sempre era uma coisa mais digna. É que ver um puto de bibe ainda vá que não vá. Agora um barrigudo de 50 anos não está com nada!
Ainda gostava de ver os deputados na AR a fazer a mesma coisa: o Portas de azul e amarelo, o Gama e o Alegre de rosa, o moço que julga que a Coreia do Norte é uma democracia de encarnado, e por aí fora… Era giro e até era mais visível para marcar as faltas e os gajos até deixavam de ser tão cinzentões e de deprimir tanto o país.
Nessa altura, ainda a D. Branca não me tinha esmifrado quase toda a herança, e ainda vivia como um pequeno lorde, rodeado de quase todas as comodidades.
Mais tarde, já no colégio interno, dos duros, ali para os lados de Tomar, o bibe deu lugar ao uniforme, que mais parecia o dos Irmãos Metralha! Até número tinha! Não cambada, não estive no presídio, gaita! Foi mesmo no colégio interno!
Mais tarde, a farda republicana, tomou conta do meu belo corpo de Adónis, ainda no tempo da camisa verde e das calças e do dolman daquela cor indefinida, e hoje tanto na moda! Como se chamaria o tecido? Sarja? Talvez…. Belos tempos!!!!
Mais tarde uns animais pensantes mudaram a roupagem ao povo para azul, porque a outra cor era muito violenta e podia aleijar aquela gente dos bairros sociais! Coisas de doutores claro!
Uma Instituição que se quer militar deve conseguir andar dissimulada entre os bandidos ou adversários que combate. Os americanos perceberam isto no Vietname e no Koweit. Adaptaram o camuflado ao estilo camaleão. Por cá, por alturas de 1993 o Governo de Portugal, pessoal com ideias fez o mesmo às forças policiais. Tudo disfarçado! Para não dar nas vistas. Talvez por causa da Amnistia Internacional.
Vem tudo isto a talhe de foice, ao ver o que se observa hoje nas forças policiais, municipais, desportivas, nos “almeidas” e nos “trolhas”…. Anda tudo de bibe!!!!!
Uns mais bonitos, outros mais feios, mas a palavra de ordem é a de vestir de verde alface quer de noite quer de dia. Dizem os inteligentes autores da coisa, que é por uma questão de visibilidade. Se é assim porque raio não se mudam as cores dos uniformes? Sempre era uma coisa mais digna. É que ver um puto de bibe ainda vá que não vá. Agora um barrigudo de 50 anos não está com nada!
Ainda gostava de ver os deputados na AR a fazer a mesma coisa: o Portas de azul e amarelo, o Gama e o Alegre de rosa, o moço que julga que a Coreia do Norte é uma democracia de encarnado, e por aí fora… Era giro e até era mais visível para marcar as faltas e os gajos até deixavam de ser tão cinzentões e de deprimir tanto o país.







